Dias e dias e o tempo passa, passa o tempo. Temporariamente na atemporaliedade da eternidade infinita, finitamente acabável ou retível, mas não rentável. Porem do que falo é de um tempo de vida e de morte de tudo que existe ou do que pode ser real ou virtual a depender da realidade que o individuo se encontra, mas, convenhamos, ele não pode ser encontrado em lugar nenhum.
Porem, tempo ou não, eterno ou não, universal ou, simplesmente, normal. O que pode ser e o que pode não ser, talvez seja, sendo que não é, mas foi. E se nada e nem o tudo existisse? Nada disso tudo ou tudo disso, nada pode ser real ou verdadeiro. Mas o que seria ambos? Pergunte a um filósofo ou a um extraterrestre.
Se não há entendimento nisso que foi lido ou nesse escrito, então nada deve ser feito, pois o feito não foi feito e nada foi arranjado; se não há entendimento, então há alguma coisa estranha no paraiso ou somos ainda tolos em querer saber o por quê de coisas que não entendemos. A pergunta certa seria:
Por que a gente não entende o que é óbvio?

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