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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

13


O 13 é o número que move o mundo! Até nisso o SISTEMA errou. Até hoje seguimos o calendário do superstigioso Júlio César (corrijam-me quem souber de história e comprovar que eu estou errado). Mas ele até que não estava de tão errado na datação dos meses definindo melhor as estações do ano. Ouvi falar que antes dele o mundo era mais confuso ainda. Eles não conheciam os MAIAS, nem os INCAS ou outras civilizações da chamada América pré-colombiana que é, consequentemente, bem antes da América pré-americana. Então por que o certo foi o que uma civilização de bárbaros que eram os romanos fez e datou?
O certo é o 13! Pela lógica deveríamos ter 13 de 28 dias ( que é o ciclo lunar e, levando em consideração, o ciclo básico menstrual da mulher. Mas esta datação tem que ser mais precisa apenas fiz um cálculo bem superficial e simples.). Agora, astrologicamente também teríamos 13 zodíacos que é o certo, já que tem a constelação da Serpente ou Serpentário e assim cada Zodíaco cada mês do ano como sempre foi.
Pela minha lógica muitos têm medo do calendário MAIA que já está nas últimas em seu décimo terceiro ciclo porque o mundo humano é regido, falsamente, pelo número 12. O fim do décimo terceiro ciclo seria o fim de tudo. Só que como o mundo tem seu regente no número 13 que é o número místico da sorte e não do azar como todos, quase todos, pensam, o fim do décimo terceiro ciclo é como a virada em cada ano, representando a mudança em um novo início. Mas seria bom que esta mudança, realmente, representasse a extinção da espécie humana - o "fim do mundo" -, pelo menos a Terra deixaria de sofrer com a ignorância humana. O que quase todos têm medo do número 13 é que ele representa a mudança só que eles querem continuar cegos, ignorantes e, entre outros adjetivos, negativos e irracionais.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Desaparecimento da calça de estimação

Foi assim, caro senhor detetive:

Eu o usava todo o tempo, tínhamos quase, se não, dez amos de convívio, já era um casamento. Ele (a calça) andava sempre comigo, fomos a shows juntos. Na época em que era meio exotérico e meio gótico, eu sempre exigia ela - continua sendo a calça, vou começar a mim referir como ela. Claro que nesses anos o seu botão de abotoar já foi trocado duas vezes, sua aparência estava um pouco desgastada, mas ela era a minha xodó.
Só que o SISTEMA que nos envolve sempre querem nos aprisionar em seus mundinhos em que eles são os soberanos e nós, os vassalos. No meio em que vivo existe esta rede conspiratória para nos dominar, mas não os culpo, senhor detetive, já que antes de mim eles sofreram esta dominação através de agentes que num passado ñ tão distante, comparado há um século, eles também era livres. E assim se faz uma reação, se fez uma reação em cadeia, um efeito dominó que por mais que fujamos não conseguimos fugir definitivamente.
A calça era minha, ninguém tinha o direito de leva-la de mim. Sentir-me , sem roupa e, de fato, ficando sem mesmo. Que eu saiba, roupa é para ser vestida e contanto que cubra o tal pecado original que os religiosos sempre falam já tá de bom tamanho pra mim. Só que esta calça era especial, ela foi uma parte de mim. Era era preta, já ficando sem cor, meio cano largo e o botão que tava nela era grande.
Tive também uma camisa azul que também dedicava muito a ela, já não a usava porque sabia dos olhares tortos dos agentes do SISTEMA, Porém, resolvi usa-la um dia com uma outra camisa, esta vermelha de botão e cair em desgraça, o agente me viu com a camisa e para mim obrigar a troca-la e me humilhar , chegou perto de mim e rasgou-a, mas esta a mantenho ainda em posse com a camisa vermelha.
Tive uma outra calça do tempo de colegial, era tinha rasgões nos joelho e desbotada nos calcanhares. Era toda largona, era uma jeans já clara, sem o azul habitual, era minha calça punk. Fiquei um tempo sem usa-la, quando fui relembrar os velhos tempos, ela havia sumido e os agente do SISTEMA em sua dissimulação disseram não saber. Um outro ente querido meu era minha bicicleta que carinhosamente a chamava de Carine, íamos pra todo o canto dos quatro cantos da pequenina não muito pequena cidade em que moro, era meu meio de locomoção até que um dia ela não estava mais lá, também havia "sumido misteriosamente". Eu sei, senhor detetive, que por trás de todos esses "sumiços" têm os agentes do SISTEMA.

domingo, 18 de setembro de 2011

O Mestre e o Aprendiz


O Mestre estava com seu aprendiz em uma montanha, meditando, até que o primeiro olhou para o segundo que o estava olhando fixo, então perguntou:

- O que te aflige, meu querido aprendiz?

- Eu o admiro, meu mestre! Queria poder ser como o senhor. - respondeu o Aprendiz.

- Lamento informa, mas você nunca poderá ser como eu.

- Por que não, meu mestre? - o Aprendiz pergunta com uma voz desanimada.

- Porque somos seres únicos. O que nos difere dos outros são os nosso atos, é o nosso Ser. Cada um é único com a natureza. Uma folha nunca será como a outra. Ela aparentemente pode ter o mesmo tamanho, os mesmo desenhos, mas ela sempre será única. Sabe por quê?

O Aprendiz olhou para o Mestre que pegara uma folha de uma árvore próxima que cairá no chão e depois respondeu a sua própria pergunta sem precisar que o garoto fizesse alguma menção para continuar.

- Imagine se essa folhinha fosse igual às outras que caíram ou que ainda estão na árvore? Mesmo tamanho, mesmos desenhos, mesma cor. Seriam iguais, mas já disse que mesmo assim elas seriam diferente. Mas pense que ela é igual em tudo com as outras folhas! Pra inicio de conversa, ela ainda estaria na árvore porque só cairia quando todas caíssem, se um vento lhe batesse ela seria obrigada a permanecer imóvel caso as outras assim estivessem. Já conversamos sobre consciência coletiva, quero saber se aprendeu mesmo. - ele olha pro Aprendiz, esperando este responder.

- Consciência coletiva, o senhor me ensinou que é um único ser que pensa por todos. Pelo menos é como entendi. - arriscou o nervoso Aprendiz em mostrar que prestara um pouco de atenção ao treinamento.

-De certo modo é isso mesmo. Aí você pensa ou poderia pensar que cada um que possui consciência coletiva é uno consigo mesmo e com os outros. Eles são espelhado em seu mestre, mesmo assim são uma parte da essência do mestre, são só sua consciência, mas continuam diferente de cada um, porque como disse somo únicos como a natureza. A lei natural nos ensina que é inviável dois seres ocuparem os espaço no meio, mesmo gêmeos que aparentam ser iguais são totalmente diferente. Se fôssemos iguais não existiria a necessidade de existir eu e você, só seria eu. E seria sem graça um só ser com o conhecimento de todo o Universo como um deus e não ter ninguém com quem compartilhar. Você, caro gafanhoto, ainda quer ser como eu ou vai procurar ser como você mesmo?



sábado, 17 de setembro de 2011

Súcubo


Maldita hora que alimentei a Súcubo, esta pobre diaba (ela é mesmo um demônio para os homens, enquanto a sua contra parte é o Íncubo que é um demônio macho para as fêmeas humanas de acordo com a mitologia).
Na minha humilde ingenuidade só a alimentei por curiosidade. Mas é sempre assim que as coisas começam. Com algo pequeno e inofensivo e vira algo grande e obsessivo, sempre começa assim e assim se torna dificílimo terminar.
Súcubo, a senhorita me prometeu prazer e liberdade contra a minha timidez e assim dividá-la com as humanas. Prometi que nunca iria deixá-la, porém você se tornou ciumenta e obsessiva, fazendo um pacto com a timidez e fazendo este se tornar medo. Medo de lutar pelo que quer e assim me fazer ficar preso a ti. A senhorita prometeu a liberdade, mas só me deu opressão, tortura e quis que só a ti eu tivesse vontade. Claro que é por pensar nas garotas que eu te alimento, assim como em sonhos, e é aí que está minha tortura. Só pensar e não conseguir nem tentar se tornar realidade o pensamento. Você argumenta dizendo que eu poderia me descontrolar e deixar minha perversão, meu instinto selvagem tomar conta de mim. Realmente admito que tenho medo do meu lado selvagem, mas nós humanos fomos feitos para nos controlarmos. Não tenho culpa se uns vivem sem controle. E é até um pouco aceitável este vosso argumento, mas ainda quero minha liberdade.
Até tentei me libertar. Tive minhas aventuras. E
admito que você estava meio certa em eu não pensar em ti nessas aventuras, mas era a primeira vez que me sentia livre. Teve ocasiões nos começo que eu ainda a alimentei tirando antes do desfecho, mas agora ainda estou contigo e desta liberdade, pelo menos com as garotas, está mais difícil. Mas agora é guerra contra ti. Sei que tentei várias vezes me livrar de sua influencia, porem te digo minha cara Súcubo que mesmo ficando sozinho não ficarei nem contigo. Se prepare porque as minhas armas já estão prontas e apontadas para ti, minha querida Súcubo. Só lhe tenho um agradecimento, porém por ter sido tão intolerante comigo, o agradecimento se torna nulo.
Derrotarei a senhorita, minha cara
Súcubo! Posso nunca ter cumprido uma promessa minha, mas esta eu vou cumprir e você, sua diaba, pode ter certeza!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"2+2=?" (ou Apenas uma Fração daquilo que eu queria "falar")


Alice perguntou ao cabeça de ovo (não era bem esse o nome, porém o nome é de difícil pronúncia, difícil tradução e, além do mais, difícil de escrever e também não me lembro de como se chamava), se ele sabia o significado das palavras que ela não entendia. A fórmula é fácil: uma palavra se faz composta por outra e o que elas querem dizer é o que elas dizem de fato, assim ele explicava à pobre menina.
Eu ouvindo uma conversa de um
gay com duas lésbicas, da qual uma eu paquerava e quando pensava que ia sair alguma coisa de repente a vejo dando beijos e mais beijos e falando de bucetas, beijando barriga, tocando em seios e alisando as coxas, tudo isso na minha frente. Em fim, estava ouvindo a conversa dos indivíduos e o gay falou da situação dele como homo-afetivos, não são mais homossexuais, nem gays ou viados ou bichas...; segundo o cabeça de ovo deixa eu explicar: homo é homem e afetivo é aquele que é afetado por alguma coisa, mas esta coisa aqui não é relevante. Então, homoafetivo seria um homem afetado.
Mas, uma pergunta: literalmente
homossexualismo ficaria assim pela explicação do sábio Cabeça de Ovo (vou procurar aqui o nome deste sábio na Internet, esta incrível ferramenta que deixa a vida bem ociosa): como já disse, homo vem de homem e sexualismo é sexo e ismo seria como um isso ou tá aí só pra ficar mais bonito. Nosso caro Humpty-Dumpty (que é o nome do cabeça de ovo) em sua sábia explicação nos diria que tem a ver com o sexo do homem e não tem nada a ver com mulher, mas como o mundo é muito machista e dizem os teólogos que ainda acreditam que viemos de Adão e Eva, a mulher é apenas uma parte do homem já que ela veio da costela do tal, então não faz diferença e por isso ficou, não só a palavra explicada, com a designação homo.
Tinha tanta coisa pra falar nesse singelo texto que agora me
perdir destas coisas e acho que o título também abrangeria estas outras coisas, porém vou deixas o título e fazer um subtítulo explicando está fração de coisa que comecei a explicar e acho que pra alguns ficará como inacabado, também sinto isso. Então desculpem para quem esperava por mais, até eu estou decepcionado comigo mesmo.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Eu sou o número 4


Não sei como começar uma crítica. Se já começa colocando pra lá com o objeto a ser criticado ou faz um resumo deste objeto e analisa parte por parte. Claro que existe os dois modos e como quero, também, fazer uma comparação..., vamos ver no que é que dá.
Primeira mente o filme em si é bom, mas você só tem que se
ater ao filme em si. Admito que apesar de ser bom, o filme, por ser muito rápido e corrido em seus fatos ele fica um pouco inexplicável. Detesto ir a favor de alguns críticos que colocam os filmes pra baixo. Já que crítico são feitos para rechaçar, triturar e aniquilar os filmes, parece que eles nunca escutaram falar de crítica construtiva, a crítica pode ser boa. Ok! É assim, realmente o filme é meio forçado em suas explicações rápidas o que deixa sempre algo faltando a ser explicado ou mostrado em cena. Dando uma passada em sites que mostravam a opinião do diretor, tudo bem em ele não aprofundar o romance de John (o número 4) com a garota do colégio já que ele (o diretor do filme) queria mostrar mais a ação do jovem alien a combater seu algozes. Mas aí tirar a graça de mostrar o treinamento do protagonista que no filme foi como se o tutor, que era um cêpan, além de mostrar como uma pessoa rude e severa, o que no livro é diferente, ele (o guardião) não o ajuda no terinamento, nem quando o John ganha seu primeiro legado.
No livro, desde pequeno o número 4 era treinado nas artes
marciais e nas habilidades próprias de seu povo pelo seu guardião. No filme, essas habilidades veio junto com o legado quando 4 as adquirio, sem treinamento nenhum. Fazer assim: mostrarei uns ponto dos livro comparando com o filme, será rápido porque já tá ficando longo demais.
No livro ele já vem treinando desde a
infância com seu guardião, no filme ele só obtém as habilidade com super força e velocidade quando ganha o primeiro legado que no filme mostra como se fosse uma junção de vários legados. O seu guardião o treina e quando chega o primeiro legado que é o que chamam de LÚMEN, que solta luz nas mãos, só que é também invulnerabilidade ao fogo e 4 vai treinando, juntamente com Henri (o guardião) eles abrem a arca lórica e pega uma pedra para ajuda-lo a se concentar e neste treinamento 4 vai tendo visões da guerra em seu planeta natal Lórien, isso não é mostrado no filme, já que eles nem uma hora abrem a arca e as única pedras que acham foram mostrados como um tipo de rastreador para se encontrar os outros. Henri, morre na fuga protegendo 4, quando fugiam da casa dos humanos que faziam uma revista de conspiração alienígena, só que Henri morre na batalha no campo de futebol americano que até é mostrado no filme, no livro nesta parte mostra a participação do Mark James que inicialmente implicava com o herói no colégio. O Sam aparece bem depois, salvando 4 ou John de ser morto e mesmo assim ele não vai do clichê dizendo que é porque joga muito vídeo game, mas porque ele atira pelas costas.
A número 6 que aparece nessa batalha, ela ainda vê Henri com vida e se reconhecem da época da fuga do
planeta natal, já que 6 é mais velha que 4. Os legados dela é da invencibilidade, controlar os elementos e o poder lúmen de 4 não tem poder de energizar, mas estes detalhes são até irrelevantes com a má adaptação que fizeram deste livro de estória bem arranjada para a barbárie do enredo que fizeram para o filme. Sendo que, para mostrar da rapidez do filme o que faz o filme ser mais inexpressivo comparado ao livro e, também, um pouco sem sentido,foi o intervalo de tempo, enquanto o livro transcorri em três meses, relevando a paixão dele pela garotas e as confusos nos colégio ao treinamento com Henri, no filme os três meses traduziram-se em três dias. A relação com Henri é mais parecida de pai e filho, sem falar da lembrança que 4 tem quando Henri morri ao seu lado, é uma lembrança de Lórien quando 4 é apresentado a Henri pelo avô que é um Gerda, apresentando Henri, que tem o nome de Brandon, dizendo que ele seria seu guardião, tipo uma babá e que ambos estavam ligados, bem emocionante.
Gerda são seres superiores, os donos do legados que são habilidade especiais como controle dos elemento, invisibilidade, controle do clima, habilidade de sentir e falar com outros seres vivos (animais), etc.; o Cêpans que são as pessoas "normais", são os "políticos", aquele que cuida da burocracia e são os treinadores dos Gerda, até este atingir todos os legados.
Finalizando! Tem muita coisa a ser dita e comparada, mas o texto já tá longo e, acho que já deu pra entender. Como já disse, o filme em si apesar de ser rápido em seu eventos é um bom passatempo, mas não leia o livro porque se o ler o filme parecerá um tanto idiota. Por mim
fazeria, com o mesmos atores, uma refilmagem, uma retratação porque a estória, tudo bem ser reduzida, mas ela foi , como posso dizer, jogada no lixo pelo produtor, roteirista e, também, pelo diretor. Não importa de quem foi a culpa, mas pelo fato de ter feito este absurdo não merecem perdão. Mas o filme em si é regular.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eram os Deuses Astronautas


Uma aparição aparece em meu lado. Esta aparição aparecida tem uma aparência angelical. Seria um anjo? Temos sempre que acreditar em algo mesmo que seja algo impossivel para alguém que tem um visão até a ponta do próprio nariz, o que corresponde com 99% da humanidade.
Ao meu lado eu vi...; era uma beleza angelical e estranha de acordo com a beleza de um simples mortal. Então ela não era mortal! Para mim foi algo divino, por segundos como se passasse minutos e minutos horas. Enquanto a olhavam, mulheres com inveja e homens por desejo eu a olhava com prazer e me desesperava a saber que poderia não mais ver aquela divindade.
Foi algo inusitado. Não havia sentido nada do que sentir no breve momento da aparição em minha vida. não falo de paixão ou não querendo simular um amor a primeira vista. Da própria palavra: divino, literalmente. Como se fosse para dar esperança, reanimar a esperança.
E não foi brincadeira, realmente quando ela apareceu todos a olhavam passar, sem exceção: músicos deixaram de tocar seu instrumentos, mercadores nem se importaram com o "pirralhos" que lhes roubavam as mercadorias, malabares deixaram cair os objetos suspenso. Num momento o próprio tempo parou para apreciar a Deusa que desfilava entre os mortais. A pele de tão branca chegava a ser um pouco transparente, a tonalidade da pele também que chamou muita atenção, era uma pele lisa e como falei, quase transparente e que dava a sensação de se despedaçar se a tocássemos. O formato do corpo era perfeito, de perfeição não posso mencionar nada, porque por minhas palavras imperfeitas tenho medo de imperfeiçoar aquilo que foi perfeito. Os olhos eram escuros, porém chamativos, levemente puxados e penetrantes e ela passava não parecia ligar os mortais olhando para ela.
Quando ela passou do meu lado, eu a olhei e ela olhou de volta para mim, era um olhar concentrado como se olhasse através de carne e ossos, como se olhasse o espírito a alma, era um olhar que congelava. E como era apareceu, assim de repente também desapareceu. Ouvia todos comentando, até as mais belas do recinto comentavam e sentiam inveja pela beleza que presenciaram.
Você ver deuses é como chegar ao final do arco-íris. Ver o quanto é maravilhoso e único, não se pensa mais na banalidade que a vida humana se tornou desejando ser alguém melhor. Existe um mundo a ser descoberto, a ser explorado. Não podemos permanecer em um só lugar a vida toda, ansiamos por evoluir, por emoção. A beleza não só tá na matéria, isso é apenas vulgarização, a beleza é o que podemos fazer de bom para com nós mesmos e não é só ficar parado, mas, sim, sair do lugar que antes estava. Muitas vezes é preciso uma carga emocional para percebermos isso que eu digo. Mas não esperem acontecer, façam acontecer!

sábado, 10 de setembro de 2011

DIÁLOGO III

>ELA: Quando quiser vê-lo eu te ligo.

>eu: Mas a gente namorando, não é?

>ELA: Claro! Mas eu preciso de um tempo só pra mim...

>eu: Sim, só que eu não a vejo há 3 semanas e toda vez que digo que quero vê-la você diz que não e inventa uma desculpa ou só diz que quer descansar.

>ELA: Eu trabalho muito e preciso descansar.

>eu: E eu a canso é? Pô, temos só o fim de semana para nos vermos, se quer descansar, descansa um dia e vamos curtir mesmo que só seja no sofá de casa pra não cansar muito você.

>ELA: Aff! Você venceu! Venha amanhã que te darei o que você quer. (...)

>eu: Alô? Ainda tá aí? Droga, desligou o telefone. O que ela quis dizer com o que me dá o que quero?


(no dia seguinte)


>eu: Alô! Cheguei à sua cidade.

>ELA: Venha pra cá casa. Ela fica perto da única universidade daqui, quando chegar ligue pra mim.


(20 minutos depois)


>eu: (...)

>ELA: Ok! vê um restaurante? O apartamento fica em cima, é o numero 4. A porta estará destrancada e quando chegar tranque-a.

>eu: (à parte). Vamos vê o que ela vai me dar. É só subir as escadas e entrar no numero quatro.


(Entrando no apartamento e trancando a porta)


>eu: Cadê você? (ar de surpreso) Nossa! Você é linda sem roupa. Sei que quando fomos à praia te vi de biquine, mas não quis parecer tão pevertido e evitava olhar você por inteira, mas agora sem roupa...

>ELA: Cala boca e vem trepar comigo antes que mude de ideia!


(tira-se a roupa dele. Ela abaixa até o falo dele e mete a boca, enquanto ele suspira. Ele pega ela no colo e a leva para cama onde mama em seus seios de bicos rosados e pontudos, beija sua barriga e desfruta da "rosadinha" dela. Depois ele se deita de costas, ela começa a chupá-lo dinovo e pega uma camisinha e põe, sentando e fazendo o movimento de vai e vem. Eles se viram, ela agora tá por baixo e ele fica na posição de rã penetrando-a. Chupa seu pescoço e tenta beijá-la na boca, mas ela evita. Ele sabe ou percebeu que provavelmente é a última vez com ela. Ela arranha suas costas quando grita pelo orgasmo que teve, ou fingiu. Ela fica de quatro. Ela beija suas nádegas, a rosadinha e o outro buraco. Ela põe a mão neste buraco. Ele a penetra com as mãos nos quadris dela, metendo forte. Depois ele tira o falo, tira a camisinha, ela pensa que acabou, põe ele diz que não, ele virou um animal sedento por prazer. Ela se deita de barriga. Ele beija suas costas, dá um tapa em suas nádegas, põe dois dedos no buraquinho entre as nádegas, depois três. Levanta, deixando-a empinado suas nádegas e vai pondo deu falo devagar até enfiá-lo todo. O movimento de vai e vem começa devagar, depois vai mais rápido. Ela geme de dor e prazer. Ele sente um líquido saindo de sua rosadinha, sem falar que tava toda molhada quando pôs a mão direita. Ele sorri! Em toda essa descrição, o ato dura 47:56 mim)


>eu: Como você nos trata como amantes, só me chama, talvez, quando quer sair da rotina e hoje não foi diferente. Se sou seu objeto também posso fazer de você meu objeto. Claro que seria legal assim porque pelo menos teria esperança de você ligar pra mim e eu pode curti-la.

>ELA: Você sabia que iria terminar contigo, ?

>eu: Sabia. Só não sabia que você iria me dar este prazer.

>ELA: O mínimo que poderia fazer por nós, já que o fogo era tão grande no começo. E até que gostei de fazer anal. O prazer e a dor se misturam de tal forma que sentir um certo tipo de prazer. Mas só dessa vez, porque dói muito.

>eu: (rindo). Gostei do hoje. Como eu disse, caso você queira ficar me chamando, não só pra sexo, mas conversar ou só te fazer companhia...

>ELA: (apenas sorri meio tímido e abri a porta do apartamento). Preciso de um tempo sozinha, então é melhor não. Adeus!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

DIÁLOGO II

> XARÁ: E aí, beleza?

< EU: Beleza! Não me lembro como nos encontramos desta vez. Percebe quanto tempo até o agora?

> XARÁ: Pela minha conta uns 6 meses de quando tivemos aquele papinho. Mas já que estamos aqui, prestes a mim casar com minha noiva, você tá convidado.

< EU: 'brigado pelo convite, mas provavelmente eu não vou a não ser que alguém apareça e me carregue.

> XARÁ: Rapá não mudou nada, o mesminho de sempre. Pelo menos você tá sendo honesto. Vou ver se te mando uma limosine ou carruagem para te pegar, princesinha!

< EU: Que sem graça. Mas o que anda fazendo, como tá indo os preperativos?

> XARÁ: A minha noiva inventou de ficarmos "virgens" até a noite de núpcias. aqui com uma fome...

< EU: Ué? Coma! Tem tanto docinho gostoso por aí só querendo alguém pra comê-las.

> XARÁ: Como sempre é um péssimo piadista você.

< EU: Pra mim é "olho por olho..."

> Xará: Mas eu sou fiel. E tu, continua garanhão só na teoria ou, finalmente, passou pra prática?

< EU: Vixe, até pra prática já tô meio velho. Portanto ainda encontrarei a minha e se não encontrar hoje em dia já nem tô ligando tanto.

> XARÁ: Sei...! Mesmo assim vê se se cuida e arranje uma boa moça e algum juízo nessa sua cabecinha. Agora preciso ir. Preciso me concentrar em minha fidelidade, já tem um mês que estamos "virgens", ainda bem que o casamento é depois de amanhã.

< EU: E até lá pode acontecer muita coisa ainda. hehehe. Também tô indo "virgenzinho", preciso fazer o que tava fazendo antes de aparecer aqui. Só sei que era algo sem importancia. Boa sorte!

> XARÁ: (...!)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

DIÁLOGO I

Eu estava andando pela rua indo a algum lugar que agora não vale a pena mencionar, quando encontrei um xará, amigo meu, que eu não o via há tempos e começamos a papear, no meio da rua mesmo:


Eu:
E aí xará como tem passado?

Xará:
indo bem. , mas coloque tempo nisso. Ainda hoje tava lembrando de ti a minha noiva. Mas e você como tem passado, o que anda fazendo desta vida?

Eu: Rapá, eu por aí, sem lugar certo onde estirar as pernas. Quer dizer. Lugar eu tenho - a casa dos pais. Mas sabe como é ? A gente vai crescendo, chegando a uma certa idade, fica difícil permanecer em um mesmo lugar e ansiamos por indepedencia. Claro que tem muitos que são parasitas mesmo, não se importam de usufruir daquilo que só foi deles quando crianças...

Xará: Por falar assim...; Desculpe interrompê-lo! Mas por falar assim, você já se formou? Antes que responda vamos sair aqui do meio da rua! Sou jovem de mais para morrer. Falar em formatura, eu já to formado há um ano e sou professor de inglês. Apesar de trabalhar muito não aqueles absurdos que vemos em jornais para pedir greve, o salário é bem razoável, pelo menos pra um casal que tenha apenas um filho, mas todos parecem coelhos aí fica difícil. E sem falar que é meio obrigatório pedir aumento de salário todo ano...; Mas deixa de assuntos sérios. Quantos tempo! To indo encontrar minha noiva, podemos ir conversando até lá se não tiver pressa.

Eu: Ok! Quer dizer que já tem licença pra matar aqueles que um dia já fomos. Me lembrei de nossa época de colégio. Eu era uma garanhão só no falatório e na cara. Ainda não me conformo a minha professora de História dizendo que eu devia ser o maior galinha por minha cara de pegador.


Xará: Só tem cara mesmo e como você disse "falatório" porque pegar mesmo você não pegava e olhe que me lembro de alguma garotas que se interessaram por esta tua carinha de tarado e você não fez nada e ela nem eram feias, pelo contrário. Lembrei de uma vez que íamos pela escadaria e você passou por perto de uma garota e ela olhou pra ti e fez o sinal da cruz. Muitas mulheres gostam de anjos, mas outras adoram demônios porque são quentes, se que você me entende.


Eu: Essa do sinal da cruz, devia ter parado na hora, com certeza ela também iria desejar um demônio aquela demonstração só foi pra chamar atenção...; Desculpe xará, mas acho melhor seguir meu caminho. Foi muito bom ter proseado contigo, nos encontramos por aí!


Xará: Beleza! Boa sorte aí em seu caminho. Sério bom nos encontrarmos dinovo pra mais momentos de nostalgia. hehehehe. Até a próxima!