Na escuridão do caminho que trilhava encontrava fantasmas e assombrações que sempre perturbaram a minha vida. Simplesmente lembranças. Não lembranças de uma vida; não lembranças de um verão, somente lembranças de algum tipo de possibilidade que só se concretizou em sonhos acordados. Lembranças vindouras de sonhos!
Eu caminhava e na minha frente só via uma reta visualmente infinita (iria por uma observação mais fútil do que essa do "visualmente infinita", mas ficaria com muitas futilidades) que formava uma trilha, ou melhor, estrada que, com toda a certeza em minha pequena percepção de humano (afinal não nego a espécie), levaria-me a algum lugar. Esta imprevisibilidade de acontecimento aleatórios é o que dar receio de seguir em frente nesta estrada, neste caminho e vontade de ficar parado apenas meditando. Mas na vida aprendemos que um passo mesmo que mínimo pode alterar drasticamente uma história.
"Oi, quanto tempo!" eu disse a ela. "Pois é, cê sumiu. Você tá bem?" ela assim me cumprimenta em resposta. Eu afirmo que sim (claro só não poderia afirmar que não), porém eu nunca estive bem de fato, sem falar que gosto dela, toda vez que a vejo meu coração palpita, só que..., nada. Fico em meus pensamentos, pensando em possibilidades e tal...;
Vejo uma outra ela, esta foram nove anos de história, por telefone até conhece-la por agora, só que de nada mudou o que sentia por ela e sempre a mesma coisa: como seria, como será e se não der certo e blábláblá. Fato que a vejo e só a vejo, vendo passar e nem a cumprimento, também ela nem percebe e a deixo passar.
Se você fica parado só pensa nas possibilidades possíveis de algo acontecer realmente. Pode dar certo ou não, vai depender de como as coisas vão ser como aqui, não era bem assim que queria escrever o texto, mas mesmo assim acho que ficou legal apesar de tentar enrolar nos trocadilhos e se alguém chegar a ler até aqui, eu digo que esta pessoa tem nervos de aço por ter aguentado, talvez, mais um texto chato de auto-ajuda que lhe fará refletir sobre suas ações tanto de agora como futuras e assim vai...

