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sábado, 29 de maio de 2010

O Homem e sua busca incompreendida

"Monopólio, monopolizado, monopolito...!"
Esta última palavra existe mesmo? Não sei, mas de qualquer forma é o império do um. Hegemônico, único, unilateral, universal, um. Tá, aí eu digo: "ser ou não ser, eis a questão..."; mas se a questão é esta, puramente o que sou neste mundo cruel, sórdido, malfeitor, macabro, sujo...? Ainda bem que o tal Shaks..., alguma coisa [nunca sei escrever o nome dele certo, afi] não está aqui para presenciar o que fiz agora com o monólogo de Hamlet.
Eu li esta obra, realmente é algo ímpar e o tal monólogo a que me referir e que começa com o "ser ou não ser..." é uma parte marcante sobre o questionamento humano, suas dúvidas, etc.
O que importa é o que importa não importa porque o importante é poder falar sobre algo e o que está importando no momento é que não sei o que falar do que gostaria de falar, então antes de escrever é melhor eu falar logo dizendo que eu não sei falar, mas seria interessante. Porem quando se fala de algo é porque tem que saber o quanto é 2 + 2. Esta equação eu sei, é igual a 4, mas, entendam, o que eu não sei explicar como que 2 + 2 poderia ser 4, é claro que também poderia ser 5. Por isso que escrevo e torno a escrever o quanto este escrito passando para a língua oral ficaria, por isso digo e repito que eu não sei falar aquilo que gostaria de falar, então é melhor eu me calar. Mesmo assim irei ressaltar algo, aqui é o trecho mais sério do texto, se (olha o se dinovo) não entenderam nada do que fora escrito, então serei curto e grosso ou melhor, direto e curto.
Não existe quebra-cabeças que o homem (isso inclui a mulher também) precisa encaixar para conseguir obter as respostas que a nossa soturna humanidade tanto procura. Aí eles, nós ou vós, fazem, fazemos ou fazeis (acho que é assim a segunda no plural, mas, tanto faz) perguntas existenciais: "deus existe?"; "quem sou eu, quem é você, quem somos nós e de onde viemos e para onde vamos?", entre outras perguntas idiotas. Entendamos, somos evoluídos, seres pensantes, capazes de criar, somos a natureza, nos separamos dos outros animais porem, ainda, nos portamos como tais - não por causa de nossas necessidades fisiológicas, nem porque ao nascer chega um dia em que morreremos porque isso faz parte da natureza - mas porque é como se ainda vivêssemos no reino animal onde os mais fortes dominam os mais fracos, com isso temos a religião (a maior forma de dominação que existe entre nós, humanos tolos), além de outras formas de dominação legítima por assim fizeram e está presente, visivelmente.
Tá, acho que compliquei um pouco mais o texto. E ainda tinha dito que ia ser curto e direto. Fiquei empolgado, mas o fato é que a única verdade é esta: VIDA. E não tão menos importante: EVOLUÇÃO. Somos, como seres vivos (e nisso há uma generalização), uma adaptação da natureza e agora, como seres humanos somos uma mutação (evolução, adaptação, revitalização, reforma, reconstrução, renovação, só citando alguns adjetivos que melhor explicam a palavra que usei) dos nosso antepassados. Uma coisa é certa: para chegarmos ao "status" de humano, de ser-humano, também fomos animais, lutávamos para sobreviver, vivíamos por instinto e se chegamos a ser este ser pensante e racional (em tese, já que existe muitas pessoas que se portam como irracionais) foi porque merecemos, tivemos mais desejos de nos adaptar e interagir com a natureza, tivemos vontade de explorar cada cantinho, começando ter a capacidade de poder entender o que fazíamos.
Em fim, é isto! O essencial mesmo de saber é que como nascemos sabemos que um dia iremos morrer. Isso é a ordem natural das coisas, não somente relacionado ao ser vivo, mas a todas as coisas existentes.




ass.: Arthur Nunes

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