"Shagatsu..."(Sua Mentira em Abril). Despertou-me a leveza, a inocência, a honestidade, a pureza em vários sentimentos e emoções. Trata de superar os próprios obstáculos impostos até por si. Um trauma, uma dor e levamos isso pela vida toda, limitando-nos até que chega alguém para nos tirar na zona de conforto que nos impomos pelo limites que nos mesmos criamos.
E quando nos vemos, estamos envolvidos e superando a prisão que nos mesmos criamos!
Somos inspirados como, também, somos a inspiração de alguém!
Não irei me repetir, apenas reforçar!
Assistindo, hoje "Mulher Maravilha" que vem estampado no final a frase: "o amor é capaz de mudar o mundo!" Pode ser clichê, mas temos que voltar a ter esta pureza de acreditar nas coisas e não banaliza-las. Temos que amar, respeitar e, quem sabe, fazer um pouco de drama e não banalizar isso. Temos que nos deixar sentir cada emoção e não ter vergonha de demonstrar este sentimento.
Sem que para muitos o que escrevi não faz menos sentido, mas para outros, terá algum sentido. E terminarei com uma frase feita: "A vida é simples, nós que complicamos!"
domingo, 29 de outubro de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Baleia Azul
Sobre o jogo BALEIA AZUL onde pessoas online desafiam umas as outras e no final, total de 50 desafios, o último desafio é se matar. Sensação do momento entre os sem cérebros e idiotas jovens. Ideia originada por algum psicopata russo. Mas eu digo: se o objetivo fosse superar limites, até chegar ao último desafio, só que este sendo diferente ao que é proposto, até que seria um jogo interessante, contanto que não fizesse mal a si. Agora, como é, é até impensável jovens aderirem. Isso só mostra o desespero desta geração de não acreditarem no próprio futuro.
Ou apenas são acéfalos, incapazes de pensar.
Tá certo! "Vou jogar e deixar me desafiar, ver onde sou capaz de ir, ver se sou capaz de ultrapassar meus limites!" O "curador" vai dando desafios que a pessoa a deve estranhar por ter a ver em se mutilar. Até concordo em superar a dor. Uma vez já me desafiei, várias vezes a ficar uns 10 minutos com a mão no congelador ou pegar aquela bagaça congelada que se acumula no congelador e segurar. Mas esses desafios poderiam ser de superar desafios, como aventuras, sei lá, eu que estou apenas romantizando a coisa.
De certo lembra a entrada em uma sociedade: "você tem 50 desafios a seguir, passando todos eles você é digno. A medida que por passando te daremos mais desafios." Mas a sociedade que se entra é a "Sociedade dos irracionais Mortos".
Cada geração a coisa tá pior. Claro que o jovem procura, sempre, superar seus limites, mas por fim a própria via não é superar limites aceita por um desafio, é desespero que apenas pelos desafios deu cotarem em para fazer...
Ou apenas são acéfalos, incapazes de pensar.
Tá certo! "Vou jogar e deixar me desafiar, ver onde sou capaz de ir, ver se sou capaz de ultrapassar meus limites!" O "curador" vai dando desafios que a pessoa a deve estranhar por ter a ver em se mutilar. Até concordo em superar a dor. Uma vez já me desafiei, várias vezes a ficar uns 10 minutos com a mão no congelador ou pegar aquela bagaça congelada que se acumula no congelador e segurar. Mas esses desafios poderiam ser de superar desafios, como aventuras, sei lá, eu que estou apenas romantizando a coisa.
De certo lembra a entrada em uma sociedade: "você tem 50 desafios a seguir, passando todos eles você é digno. A medida que por passando te daremos mais desafios." Mas a sociedade que se entra é a "Sociedade dos irracionais Mortos".
Cada geração a coisa tá pior. Claro que o jovem procura, sempre, superar seus limites, mas por fim a própria via não é superar limites aceita por um desafio, é desespero que apenas pelos desafios deu cotarem em para fazer...
sexta-feira, 7 de abril de 2017
13 Reasons Why (Os 13 Porquês)
Uma série envolvente e impactante!
...Tempos de colégio. Não lembro das coisas que me faziam mal. Claro que tinha amigos, "inimigos". Alguns mexiam comigo, era chato, mas acho que por não ligar tanto, na verdade, demonstrar que não ligava, no íntimo eu ligava sim. Mas por não demonstrar que não ligava e, às vezes, levar na brincadeira, eles deixavam pra lá. Sempre fiquei na minha! Na verdade é só não se importar.Aquele que busca por reconhecimento, claro que é o que mais vai sofrer e se decepciona quando não tem este reconhecimento, quando sofre rejeição ou quando o reconhecimento, a reputação que procura é negativa, seja por boatos mentirosos. As garotas, o sexo feminino é o que mais sofre, mesmo o homem tento fama de "galinha", "garanhão", "pegador", para a mulher, na mesma situação, seja por boatos ou não, as expressões são de baixo teor como "menina fácil" entre outras expressões do tipo e não preciso nem mencionar. E para o adolescente tudo é tão absoluto!
Assistindo "13 Reasons Why" (Os 13 Porquês. na versão brasileira), somos capazes de nos apaixonar por Hannah, por sua sensibilidade, pela inocência, pela procura de uma identidade própria, num período da vida de auto-afirmação e por isso de mais vulnerabilidade emocional. A gente se encontra na situação de querer salvar a Hannah e dizer que "tudo bem!" e quer ser seu amigo, que sabe como ela se sente e que a entende, que quer dar seu "ombro amigo", chorar com ela ou, simplesmente, ficar em silêncio, mas mostrando que está lá por ela.E se desespera quando até o Clay que teve a chance de salvá-la, ele também a rejeita, não por querer, já que em seu trauma a Hannah o manda embora. Claro que depois de gritos qualquer um iria embora! O Clay não tinha como saber o que estava se passando e depois teve a morte do amigo que o fez ficar de luto e sentir raiva até da Hannah. E os acontecimentos seguintes com a menina só mostraram um caminho sem volta, onde o estupro foi a "gota d'água" e nem o Clay ou o amor pelos pais a salvaram. Só que ela poderia ter falado com um, suposto, responsável antes do "efeito borboleta" ou antes de a bola de neve ter crescido a um ponto que não tinha mais jeito e não deixasse para falar no final quando até ela, mesmo se dando uma última chance, sabia que não tinha mais jeito.Eu me apaixonei por Hannah! Senti ódio mortal pelas mentiras de Courtney e manipulando os outros a continuar fingindo que nada aconteceu. Desprezo por Justin que começo tudo como em um bater de asas chegando ao nojento do Bryce e seu machismo arrogante causando o tufão que destruiu tudo de vez...Eu me apaixonei por Hannah! Senti pena e também me sentir rejeitado por todos, sentir-me humilhado, violentado emocionalmente e fisicamente como a Hannah. Quis ser a chance que a Hannah procurava, a chance de salvá-la. Senti raiva do Clay de ter tido essa chance em todos os 13 episódios e fiquei frustrado por ele não ter feito nada, apesar de gostar dela; de não prestar atenção nela e saber que precisava apenas de alguém ao seu lado.Muitas vezes as mudanças são sutis, simples e quase imperceptíveis, mas se soubermos observar podemos ser herói ou vilão, só depende da escolha em você se importar ou não e ainda fazer piorar a situação de quem precisa.
domingo, 15 de janeiro de 2017
O que seria o Real?
"aquilo que vejo, o que toco, o que sinto, o que ouço..., os sentidos podem nos enganar. Aquilo que penso ser real através dos sentidos podem não ser real e apenas ser fruto de minha imaginação. Então o real só seria aquilo que penso, é o pensamento onde está a base dá realidade. Com isso aquilo que vejo, que ouviu ou que sinto pode não ser real a não ser que eu pensei se nele como minha realidade. Nisso também estaria a crença de Deus. Como provar que ele existe? Se eu tenho capacidade de pensar nele, está consciência fará com que ele exista em mim. EU PENSO, LOGO EXITO!!!" (parafraseando Descartes)
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