terça-feira, 20 de novembro de 2018
Dia Da Bandeira (ou A repetição do Quê)
Lembro que quando criança sentia orgulho de meu aniversário ser no mesmo dia que o dia da Bandeira, saia para rua com a bandeira do Brasil. Meu aniversário de 6 anos foi a bandeira do Brasil o bolo, única coisa que me arrependo foi não ter comido um pedaço (risos), assim como gostava da semana da pátria irmos, antes da aula, ao pátio em fila e cantar hino nacional (única coisa que até pode-se dizer que era respeitoso como herança da ditadura militar que não precisava do Capetão ser eleito para propor a volta disso), já cheguei ao ponto. Hoje em dia não mais me orgulho de meu aniversário cair no dia da Bandeira. Vejo uma bandeira manchada pelo falso patriotismo, pelo símbolo da CBF, pelo verdadeiro fato que iam às ruas com coreografias, pedindo ditadura militar, enaltecendo o facismo e a tortura. Uma mancha na bandeira que agora pôs no governo alguém que soube manipular um gado que vai ao abate por conta própria por achar que não será abatido. Uma justiça injusta. Uma capital federal cheia de ratos, cheia de fezes onde não há respeito por ninguém, nem com o próprio rabo. Porém, mesmo lamentando, este é meu país e mesmo que tivesse dinheiro para me exilar, não deixaria nas mãos desses vermes, inteiramente. Devemos lutar! Quando a merda começou a ser visível a olho nu em 2013, já deveríamos fazer alguma coisa, porém não fizemos nada e apenas deixamos os zumbis da CBF fazerem seu carnaval. Quero limpar minha bandeira e me orgulhar dela. Viva a República, Viva a Democracia!!!! (E dane-se algum erro de português e pontuação que, com certeza, deve haver!)
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Do The Evolution
Sabe aquele clipe musical que aquela banda de rock fez no final dos anos 1990 e que até o começo dos anos 2000 passava muito? Onde, no vídeo, mostravam pessoas conectadas, literalmente, a computadores, crianças carimbadas com códigos de barra? Parecia algo surreal, porém já era uma visão bem realista do que já estava acontecendo hoje em dia. Claros que os cabos que nos conectam são invisíveis...
Hoje vivenciamos tão conectados que a máquina, a tecnologia virou mestre, nosso alimento. Ficamos escravos de algoritmos e aquilo que a gente escreve ou compartilhamos podem ser nosso algoz.
E que realidade a que vivemos! Onde a informação virou desinformação em massa. Todos desaprendendo que um dia tiveram inteligencia.
E agora a música seria assim:
"O whatsapp e as redes sociais me deixaram burro, muito burro demais e agora eu vivo nesta jaula junto dos animais!"
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
DODÔ
A problemática da situação consiste no avanço de cabos universais que conectam o ser humano, fazendo-os se desligarem para o mundo real, sendo bestificado e domesticado o modo a aceitar tudo que passou a ele sem ao menos comprovar sua veracidade. Nisso, deixa-o idiota por ter uma inteligência que o faria "rei dos dodôs", como, o pássaro, mostrado na animação "A Era do Gelo". O dodô foi um pássaro que não voava e foi extinto. Na animação o "DODÔ" fora recriado como uma ave desprovida de inteligencia...!
Aí vivenciamos brigas e manifestações em que o indivíduo nem sabe o motivo daquilo tudo, sem ideologia, sem pensamento e fazem um carnaval...!
"Dodô (português brasileiro) ou dodó (português europeu) (nome científico: Raphus cucullatus) é uma espécie extinta de ave da família dos pombos que era endêmica de Maurício, uma ilha no Oceano Índico a leste de Madagascar. Era incapaz de voar e não tinha medo de seres humanos, pois evoluiu isolado e sem predadores naturais na ilha que habitava. Foi descoberto em 1598 por navegadores holandeses, e totalmente exterminado menos de cem anos mais tarde. A ave era caçada para servir de alimento para os marinheiros, e depois sofreu com o desmatamento e introdução de animais exóticos. Essa trágica história tornou o dodô um verdadeiro ícone da extinção. É considerado o mais famoso animal extinto em tempos históricos, com notável presença na cultura popular."
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