O amor veio em forma de um demônio em forma de anjo. Fez-me acreditar em suas palavras, confiar em seu ser. Fez-me entregar de corpo e alma, envolvendo em seu jogo vingativo, mostrando uma teia de mentiras. Assim destruiu a minha crença, cuspiu e jogou fora a minha confiança. Matou-me, esquartejou-me e transformou meu corpo em pó ao joga-lo no fogo. Eu me curvo pelo seu ser tão vil, suas mentiras sinceras e como em uma jogada de mestre, sair como vítima e não como a culpada.
Este demônio partiu o meu ser em mil pedaços. Transformou o meu amor em ódio, repudiou aquilo que eu quis dá a ela.
Destruiu-me...!
sábado, 5 de outubro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Twitter x Facebook (reconciliação)
- é melhor parar por aqui, assim ñ dá. Eu já passei por isto antes e ñ quero passar d novo - falou o Twitter pro face.
- ok, tudo bem! -face
(...)
Face: olhe sei q vc precisa d mim assim como preciso d vc. Ñ faz sentido está separação.
Twitter: meu anjo, eu amo vc, mas to com problemas.
Face: isso dinovo ñ. Todos temoS problemas, ñ pense q seus problemas são maiores q dos outros ou até q os meus, mas quero passar com vc.
Twitter:, meu anjo! :'(
Face: compartilhe sua vida comigo, se diz me amar, me ame. Vc disse q sem mim ficava perdida, q eu seja sua direção.
Twitter: ........!
Face: poha, faço tudo por vc. Agora q vc precisa mais d apoio, mais daqueles q gostam d vc e vc repele.
Face: se quer sumir, fugir d seus problemas, sumiremos juntos e quando voltarmos, voltaremos mais fortes e d kbça erguida.
Face: mas vc tem q abrir a porta para eu entrar, compartilhar, assumir o q sente, se vc sente.
Twitter: desculpa anjo, sou fraca...
Face: sozinha vc pode ser fraca msm, mas juntos sei q vc é forte, assim como sou forte contigo.
Twitter: :) diga q nunca irá me deixar.
Face: nunca diga nunca e promessas foram feitas para ñ.serem cumpridas.mas eu juro q jamais a deixarei!
Twitter: ... (***)
- ok, tudo bem! -face
(...)
Face: olhe sei q vc precisa d mim assim como preciso d vc. Ñ faz sentido está separação.
Twitter: meu anjo, eu amo vc, mas to com problemas.
Face: isso dinovo ñ. Todos temoS problemas, ñ pense q seus problemas são maiores q dos outros ou até q os meus, mas quero passar com vc.
Twitter:, meu anjo! :'(
Face: compartilhe sua vida comigo, se diz me amar, me ame. Vc disse q sem mim ficava perdida, q eu seja sua direção.
Twitter: ........!
Face: poha, faço tudo por vc. Agora q vc precisa mais d apoio, mais daqueles q gostam d vc e vc repele.
Face: se quer sumir, fugir d seus problemas, sumiremos juntos e quando voltarmos, voltaremos mais fortes e d kbça erguida.
Face: mas vc tem q abrir a porta para eu entrar, compartilhar, assumir o q sente, se vc sente.
Twitter: desculpa anjo, sou fraca...
Face: sozinha vc pode ser fraca msm, mas juntos sei q vc é forte, assim como sou forte contigo.
Twitter: :) diga q nunca irá me deixar.
Face: nunca diga nunca e promessas foram feitas para ñ.serem cumpridas.mas eu juro q jamais a deixarei!
Twitter: ... (***)
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
ESCOLA x TRABALHO
Começar pelas diferenças:
• escola: paga-se para estudar;
• trabalho: a pessoa é paga para trabalhar.
Certo! Coloquei diferenças, no plural, mas só pus uma diferença, porém é a mais chamativa e a mais explícita. Talvez com o desenvolvimento exponha mais diferenças, mas por enquanto é só!
Na escola a pessoa passa a infância e juventude toda pagando para estudar, tornando uma rotina, por isso se acostumando a todo dia está sempre lá fazendo a mesma coisa...; tem a mesma obrigação que o trabalho, estar num emprego, a mesma responsabilidade de sempre está presente e com seus afazeres. A diferença que na escola como já expus a pessoa passa sua infância e juventude e ela paga para está lá, mesmo sendo público, porque impostos, materiais, xerox, eventos em grupo que necessite de contribuição financeira..., já no trabalho a pessoa é um funcionário de algum tipo de instituição, apesar de o aluno também ser um tipo de funcionário, mas no trabalho a pessoa se torna uma empregado (por isso o termo emprego) e é pago para trabalhar, passando a sua vida adulta toda e inicio da velhice trabalhando. Enquanto na escola passa mais ou menos 20 anos no trabalho extende-se este prazo para um pouco mais que 30 anos. E depois destes 30 anos a pessoa se torna tão alienada já que estudou por pouco mais que 20 anos e depois trabalhou por um pouco mais que 30 anos que o fato de não fazer mais nenhum dos dois acha que não está fazendo nada só por ter sido dominado e manipulado por quase 60 anos por uma sociedade que chama de bárbaros ou selvagens ou vagabundos aqueles que querem ser livres, que querem ter sua liberdade, que querem conhecer a verdadeira liberdade.
Mas é assim mesmo, afinal uma abelha numa colmeia ou uma formiga num formigueiro passam a vida trabalhando, escravas de seus próprio instinto! Porque conosco seria diferente? Trabalhar sempre para os outros para assim sobreviver e viver em sociedade, mas nunca para nós mesmos. E não pense que quem diz que trabalha para ele mesmo é livre, afinal e, finalmente, ele ainda presta contas e trabalha para satisfazer a sociedade, assim como a abelha para colmeia ou a formiga para o formigueiro.
Somos organismos em um emaranhado mecânico!
• escola: paga-se para estudar;
• trabalho: a pessoa é paga para trabalhar.
Certo! Coloquei diferenças, no plural, mas só pus uma diferença, porém é a mais chamativa e a mais explícita. Talvez com o desenvolvimento exponha mais diferenças, mas por enquanto é só!
Na escola a pessoa passa a infância e juventude toda pagando para estudar, tornando uma rotina, por isso se acostumando a todo dia está sempre lá fazendo a mesma coisa...; tem a mesma obrigação que o trabalho, estar num emprego, a mesma responsabilidade de sempre está presente e com seus afazeres. A diferença que na escola como já expus a pessoa passa sua infância e juventude e ela paga para está lá, mesmo sendo público, porque impostos, materiais, xerox, eventos em grupo que necessite de contribuição financeira..., já no trabalho a pessoa é um funcionário de algum tipo de instituição, apesar de o aluno também ser um tipo de funcionário, mas no trabalho a pessoa se torna uma empregado (por isso o termo emprego) e é pago para trabalhar, passando a sua vida adulta toda e inicio da velhice trabalhando. Enquanto na escola passa mais ou menos 20 anos no trabalho extende-se este prazo para um pouco mais que 30 anos. E depois destes 30 anos a pessoa se torna tão alienada já que estudou por pouco mais que 20 anos e depois trabalhou por um pouco mais que 30 anos que o fato de não fazer mais nenhum dos dois acha que não está fazendo nada só por ter sido dominado e manipulado por quase 60 anos por uma sociedade que chama de bárbaros ou selvagens ou vagabundos aqueles que querem ser livres, que querem ter sua liberdade, que querem conhecer a verdadeira liberdade.
Mas é assim mesmo, afinal uma abelha numa colmeia ou uma formiga num formigueiro passam a vida trabalhando, escravas de seus próprio instinto! Porque conosco seria diferente? Trabalhar sempre para os outros para assim sobreviver e viver em sociedade, mas nunca para nós mesmos. E não pense que quem diz que trabalha para ele mesmo é livre, afinal e, finalmente, ele ainda presta contas e trabalha para satisfazer a sociedade, assim como a abelha para colmeia ou a formiga para o formigueiro.
Somos organismos em um emaranhado mecânico!
domingo, 15 de setembro de 2013
Na Estrada (PALAVRAS)
Palavras são preciosas, são sábias, poderosas, mágicas. Quando ditas por um mentiroso, as palavras tornam-se destrutivas, porque nos fazem acreditar naquilo que é dito.
Tô na estrada, porque aonde estava não fazia mais sentido ficar. Precisava encontrar e ainda preciso, meu rumo, meu caminho.
As palavras ditas por outra pessoa me destruiu, arruinou-me e esmagou a minha crença naquilo que acreditava ser real derrubando o meu ser, fazendo-o despencar de um precipício sem chão onde só se pode parar de cair, não ao se chegar ao chão, mas se conseguir criar asas e aprender a voar, mesmo assim será uma subida longa porque continuo caindo.
Já estava prestes a cair até que as palavras que a pessoa me trouxe deram-me forças para aguentar e com a ajuda dela iria conseguir me reerguer. Ledo engano! Fez-me cair de vez no buraco sem fundo.
Assim procuro meu caminho. Já tava mim reerguendo antes que as palavras que poderiam ser minha salvação acabasse por ser minha destruição. Já ia sair na estrada antes do ocorrido e encontrar meu caminho. Agora só aumentou a dificuldade e apesar de não parecer, eu gosto de desafios.
Que outras palavras venham, mas que sejam as minhas palavras que eu esqueci por acreditar nas palavras dela que acabaram por me destruir ou me tranformar, já que na natureza nada se destrói, apenas é transformado.
Tô na estrada, porque aonde estava não fazia mais sentido ficar. Precisava encontrar e ainda preciso, meu rumo, meu caminho.
As palavras ditas por outra pessoa me destruiu, arruinou-me e esmagou a minha crença naquilo que acreditava ser real derrubando o meu ser, fazendo-o despencar de um precipício sem chão onde só se pode parar de cair, não ao se chegar ao chão, mas se conseguir criar asas e aprender a voar, mesmo assim será uma subida longa porque continuo caindo.
Já estava prestes a cair até que as palavras que a pessoa me trouxe deram-me forças para aguentar e com a ajuda dela iria conseguir me reerguer. Ledo engano! Fez-me cair de vez no buraco sem fundo.
Assim procuro meu caminho. Já tava mim reerguendo antes que as palavras que poderiam ser minha salvação acabasse por ser minha destruição. Já ia sair na estrada antes do ocorrido e encontrar meu caminho. Agora só aumentou a dificuldade e apesar de não parecer, eu gosto de desafios.
Que outras palavras venham, mas que sejam as minhas palavras que eu esqueci por acreditar nas palavras dela que acabaram por me destruir ou me tranformar, já que na natureza nada se destrói, apenas é transformado.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
FADA VERDE BAR
INAUGURAÇÃO.
Eu abro as portas deste ambiente que gostaria que transmitisse uma energia familiar para quem aqui poderá frequentar. Não importa se o nativo for estrangeiro, gordo, magro, com opções sexuais, relegiosas, politicas diversas, ou se é branco, preto, amarelo, vermelho ou verde. Importante é encontrarem neste ambiente um lugar para relaxar, discutir suas opiniões sem medo de ser julgado pela sociedade opressora. Apenas relaxar, divertir-se, falar sua verdade e ouvi a verdade dos outros.
Olho ao redor e as cadeiras, ainda em cima das mesas, emborcadas. Vou arrumando cada uma em cada mesa. A casa não é grande, mas deu para por o balcão com as bebidas e seis mesas redondas com quantro cadeiras cada. Todas as mesas estão forradas e prontas para serem servidas.
Vou ao balcão, entro no bazar e pego uma bebida verde, pego um copo de dose e ponho esta bebida no copo. Volto a um banco do outro lado do balcão, sento, olho o liquido verde em meu copo, esboço um meio sorriso - meu coração está pesado, mas não pela inauguração do bar, mas por talvez nunca mais ver aquela que amei - pego o meu copo e tomo o líquido de um gole só. Fecho os olhos, balanço a cabeça; abro os olhos e, sem brincadeira, vi um monte de fadinhas verdes. Levantei-me meio tonto, mas com disposição, fui ao interruptor e o liguei, acendendo um letreiro acima da porta do bar. Meio brega estilo sallon (ou algo do tipo), aqueles de velho oeste norte americano. Saiu do bar para ver por fora. Na entrada tem daqueles tapetes escrito BEM VINDO. Olho para o letreiro e estava lá com luz florescente:
FADA VERDE BAR.
Eu abro as portas deste ambiente que gostaria que transmitisse uma energia familiar para quem aqui poderá frequentar. Não importa se o nativo for estrangeiro, gordo, magro, com opções sexuais, relegiosas, politicas diversas, ou se é branco, preto, amarelo, vermelho ou verde. Importante é encontrarem neste ambiente um lugar para relaxar, discutir suas opiniões sem medo de ser julgado pela sociedade opressora. Apenas relaxar, divertir-se, falar sua verdade e ouvi a verdade dos outros.
Olho ao redor e as cadeiras, ainda em cima das mesas, emborcadas. Vou arrumando cada uma em cada mesa. A casa não é grande, mas deu para por o balcão com as bebidas e seis mesas redondas com quantro cadeiras cada. Todas as mesas estão forradas e prontas para serem servidas.
Vou ao balcão, entro no bazar e pego uma bebida verde, pego um copo de dose e ponho esta bebida no copo. Volto a um banco do outro lado do balcão, sento, olho o liquido verde em meu copo, esboço um meio sorriso - meu coração está pesado, mas não pela inauguração do bar, mas por talvez nunca mais ver aquela que amei - pego o meu copo e tomo o líquido de um gole só. Fecho os olhos, balanço a cabeça; abro os olhos e, sem brincadeira, vi um monte de fadinhas verdes. Levantei-me meio tonto, mas com disposição, fui ao interruptor e o liguei, acendendo um letreiro acima da porta do bar. Meio brega estilo sallon (ou algo do tipo), aqueles de velho oeste norte americano. Saiu do bar para ver por fora. Na entrada tem daqueles tapetes escrito BEM VINDO. Olho para o letreiro e estava lá com luz florescente:
FADA VERDE BAR.
sábado, 7 de setembro de 2013
NO BANCO DA PRAÇA
Ele, senta-se no banco da praça! Sozinho ele se vê somente em companhia da solidão, esta entidade invisível que trás um vazio em seus coração. Ele não a vê, mas a sente e apesar de vê gente, pessoas transitando de um lado a outro, alguns iam ou voltavam do comércio, ou ficavam no barzinho ao lado conversando. Mesmo assim ele se via sozinho, porque estava sozinho.
Cabeça baixa, braços apaiado nas pernas, tronco inclinado para a frente, era assim que quem passava o via. Ao lado do banco, lado direito, para ser mais exato, havia um papel escrito: "lugar reservado ao meu amor." O banco ficava debaixo de uma árvore. Quem o via e lia o que tinha escrito no papel, achavam-o digno de pena porque sabiam que ela não iria chegar, que ele havia levado um fora. Porque alguns, os comerciantes, já o estavam observando há horas e nada de ninguem chegar. Teve alguns, os de bom coração que chegaram a levar água e alguns salgadinhos, deixando-os do outro lado do banco. Iam, entregavam e voltavam sem dizerem nada, pois sabiam que o silêncio em certas horas é precioso.
Ele via o que alguns comerciantes estavam fazendo, até esboçou um sorriso quando pensou que a humanidade ainda tem chance de se salvar. Ele comia e bebia e escrevia no guardanapo um "obrigado, pela gentileza" e depois o colocava de lado. Como se tivesse falando para alguém que estaria ao seu lado, ele apenas pensava olhando para alguns jovens casais que passavam:
"Bonito, não são? Cada um com seus problemas particulares, muito até piores que o meus ou os dela, mas estão aí de mãos dadas, já que sabem que um terá o outro mesmo que não para sempre, mas que um terá o outro para se apoiarem nos momentos de maior dificuldade sem medo que isso possa desgastar a relação. Só que não desgasta, porque isso irá fortalece-los como pares um para o outro, manterem-se firmes como casal. Ninguém vive sozinho e sempre precisamos de alguém no bons e maus momentos que a vida pode nos proporcionar. Tão bom se ela pudesse ter compartilhado sua vida comigo. Eu sabia que se me arriscasse desta vez teria que, além de meus problemas, compatilhar os problemas da segunda pessoa. Estava disposto a ser seu chão, seu alicerce, seu lar, mas no fim ela preferiu a solidão assim como eu um dia quis antes de encontra-la. Espero que agora ela que possa me encontrar e esteja disposta a eu ser seu lar assim como ela estava sendo meu caminho e meu lar. Por enquanto não tenho mais lar e meu caminho voltou a ser aquele que estava pensando em seguir antes de encontra-la. Espero que me encontre como a encontrei, um dia!"
Cabeça baixa, braços apaiado nas pernas, tronco inclinado para a frente, era assim que quem passava o via. Ao lado do banco, lado direito, para ser mais exato, havia um papel escrito: "lugar reservado ao meu amor." O banco ficava debaixo de uma árvore. Quem o via e lia o que tinha escrito no papel, achavam-o digno de pena porque sabiam que ela não iria chegar, que ele havia levado um fora. Porque alguns, os comerciantes, já o estavam observando há horas e nada de ninguem chegar. Teve alguns, os de bom coração que chegaram a levar água e alguns salgadinhos, deixando-os do outro lado do banco. Iam, entregavam e voltavam sem dizerem nada, pois sabiam que o silêncio em certas horas é precioso.
Ele via o que alguns comerciantes estavam fazendo, até esboçou um sorriso quando pensou que a humanidade ainda tem chance de se salvar. Ele comia e bebia e escrevia no guardanapo um "obrigado, pela gentileza" e depois o colocava de lado. Como se tivesse falando para alguém que estaria ao seu lado, ele apenas pensava olhando para alguns jovens casais que passavam:
"Bonito, não são? Cada um com seus problemas particulares, muito até piores que o meus ou os dela, mas estão aí de mãos dadas, já que sabem que um terá o outro mesmo que não para sempre, mas que um terá o outro para se apoiarem nos momentos de maior dificuldade sem medo que isso possa desgastar a relação. Só que não desgasta, porque isso irá fortalece-los como pares um para o outro, manterem-se firmes como casal. Ninguém vive sozinho e sempre precisamos de alguém no bons e maus momentos que a vida pode nos proporcionar. Tão bom se ela pudesse ter compartilhado sua vida comigo. Eu sabia que se me arriscasse desta vez teria que, além de meus problemas, compatilhar os problemas da segunda pessoa. Estava disposto a ser seu chão, seu alicerce, seu lar, mas no fim ela preferiu a solidão assim como eu um dia quis antes de encontra-la. Espero que agora ela que possa me encontrar e esteja disposta a eu ser seu lar assim como ela estava sendo meu caminho e meu lar. Por enquanto não tenho mais lar e meu caminho voltou a ser aquele que estava pensando em seguir antes de encontra-la. Espero que me encontre como a encontrei, um dia!"
Ele pegou a caneta e escreveu no mesmo papel que estava do seu lado direito e pegou a mochila que estava debaixo do banco, levantou-se e saiu andando. Um comerciante que o observando foi ao banco e leu o que havia escrito: "contiunarei te esperando mesmo que volte a encontra-la somente em sonhos...!"
domingo, 1 de setembro de 2013
A PROMESSA
Poderá ela esquecer o que dizia sentir por mim; poderá ela esquecer aquilo que tivemos quando estivemos juntos; poderá ela nem ter sentido aquilo que eu sentir quando a vi pela última vez. Mas eu sei o que sentir, o que queria e o que prometi!
Ela pode até esquecer da promessa e eu até poderia, se fosse como os outros que, por sinal, eu já fui comparado. Porém uma coisa que posso dizer de mim, que posso me vangloriar, é que não sou nem parecido com os outros e muito menos com algum ex retardado. Posso até fazer parte do grupo dos ex por mim tornar um ex, justamente, por quem me dispensou não ter me entedido. Então, eu penso: pow, não era ela, porque se fosse seria e ela conseguiria me ler, compreender-me, entender-me. Ela nem confiava nela como poderia confiar em outra pessoa também e muito mais naquele que ainda acredita que é o cara certo para ela?
Ela pode até esquecer que também se esqueceu da promessa que me fez, assim como o que sentia, dos momentos que passamos juntos, mas eu irei esperar porque eu prometi a ela e se ela esquece da promessa é porque também se esqueceu de mim, mas enquanto me lembrar dela e acreditar ou teracreditado que, finalmente, poderia ter encontrado a garota que tanto procurei, cumprirei minha promessa.
Ela pode até esquecer da promessa e eu até poderia, se fosse como os outros que, por sinal, eu já fui comparado. Porém uma coisa que posso dizer de mim, que posso me vangloriar, é que não sou nem parecido com os outros e muito menos com algum ex retardado. Posso até fazer parte do grupo dos ex por mim tornar um ex, justamente, por quem me dispensou não ter me entedido. Então, eu penso: pow, não era ela, porque se fosse seria e ela conseguiria me ler, compreender-me, entender-me. Ela nem confiava nela como poderia confiar em outra pessoa também e muito mais naquele que ainda acredita que é o cara certo para ela?
Ela pode até esquecer que também se esqueceu da promessa que me fez, assim como o que sentia, dos momentos que passamos juntos, mas eu irei esperar porque eu prometi a ela e se ela esquece da promessa é porque também se esqueceu de mim, mas enquanto me lembrar dela e acreditar ou teracreditado que, finalmente, poderia ter encontrado a garota que tanto procurei, cumprirei minha promessa.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
PODE ME CHAMAR DE TOLO
Se fui tolo em acreditar, então pode me chamar de tolo. Se sou idiota em continuar acreditando, pode me chamar de idiota. Sou capaz de amar em um dia e continuar acreditando neste amor por toda minha vida. Se a outra pessoa parou de mim amar não faz mal, continuarei a ama-la mesmo assim, porque eu acreditei e acredito. Para mim é como se não houvesse o amanhã mesmo! Não me importo se só foi por um dia ou uma hora ou um minuto, pelo menos acreditei que era, que foi e que é !
Que eu seja tolo, burro, ingênuo, sempre acreditarei em meus sonhos, sejam eles mais absurdos de se acreditar ou não passe de uma ingenuidade infantil, jamais trocaria a minha crença por nenhum dinheiro do mundo. Não tenho culpa de ser tudo ou nada, afinal não sei o que será o dia de amanhã, nem como será. Acreditarei que encontrarei alguém como eu que não tenha medo de sentir, nem de se arriscar com aquilo que senti...
Viver a vida como se cada dia fosse o último, não é se arriscar pulando de paraquedas ou beber todas e sair transando com todas ou beijando quem aparece pelo caminho, ou festas ou fazer bunguejump (deu pra entender). Viver a vida como se fosse o ultimo dia, é amar, é sentir, é se emocionar, é não ter medo de ser feliz. Pode me chamar de louco! Amei como se fosse o ultimo dia e todos os dias até o dia em que ela deixou de acreditar, porém continuei e continuarei acreditando.
Não acredito quem diz que "é preciso amar como se não houvesse o amanhã" quando esta mesma pessoa discursou em frases de término de namoro que "talvez num amanhã quando estiver disposta a um novo relacionamento podemos ficar juntos". Claro que ao dizer que é preciso amar..., ela não se referia a mim, mas seria a mesma coisa já que um dia ela jurou amor...
Continuo a dizer pra mim mesmo que mesmo que caia por acreditar que possa ser verdade, sei que a verdade existe e um dia eu terei alguém que me ajudará a levantar e eu deixarei porque não tenho medo, mesmo podendo parecer indeciso por está inseguro se devo, desta vez, acreditar ou não. Mas como sou louco, sempre acredito!
E eu não digo que "é preciso amar como se não houvesse o amanhã", porque eu o canto (risos)!
Que eu seja tolo, burro, ingênuo, sempre acreditarei em meus sonhos, sejam eles mais absurdos de se acreditar ou não passe de uma ingenuidade infantil, jamais trocaria a minha crença por nenhum dinheiro do mundo. Não tenho culpa de ser tudo ou nada, afinal não sei o que será o dia de amanhã, nem como será. Acreditarei que encontrarei alguém como eu que não tenha medo de sentir, nem de se arriscar com aquilo que senti...
Viver a vida como se cada dia fosse o último, não é se arriscar pulando de paraquedas ou beber todas e sair transando com todas ou beijando quem aparece pelo caminho, ou festas ou fazer bunguejump (deu pra entender). Viver a vida como se fosse o ultimo dia, é amar, é sentir, é se emocionar, é não ter medo de ser feliz. Pode me chamar de louco! Amei como se fosse o ultimo dia e todos os dias até o dia em que ela deixou de acreditar, porém continuei e continuarei acreditando.
Não acredito quem diz que "é preciso amar como se não houvesse o amanhã" quando esta mesma pessoa discursou em frases de término de namoro que "talvez num amanhã quando estiver disposta a um novo relacionamento podemos ficar juntos". Claro que ao dizer que é preciso amar..., ela não se referia a mim, mas seria a mesma coisa já que um dia ela jurou amor...
Continuo a dizer pra mim mesmo que mesmo que caia por acreditar que possa ser verdade, sei que a verdade existe e um dia eu terei alguém que me ajudará a levantar e eu deixarei porque não tenho medo, mesmo podendo parecer indeciso por está inseguro se devo, desta vez, acreditar ou não. Mas como sou louco, sempre acredito!
E eu não digo que "é preciso amar como se não houvesse o amanhã", porque eu o canto (risos)!
domingo, 25 de agosto de 2013
Uma Razão Para Tudo
Não sei se sou tolo, sonhador ou apenas um ser que não é deste mundo ou desta realidade, mas acredito em finais felizes, amores perfeitos, alma gêmea, que tudo está escrito nas estrelas. O que tem de ser, será. E tinha que conhece-la, magoa-la e me magoar mesmo assim me apaixonar por ela e acreditar que é ela, que tinha que ser ela! Coisas do destino!
Mas temos também que ajudar o destino, fazer ou tentar fazer acontecer para a natureza, o universo conspire ao nosso favor. Poderia não acontecer! Ela teria contato com outro e mesmo assim não ter aquela sintonia que tivemos no nosso primeiro contato.
Certas coisas, não que seja a hora errada, mas fazem parte do aprendizado, da experiência para crescer. Muitas vezes, no começo, é necessário sacrifícios temporários para mais tarde acontecer o final feliz.
Claro que final feliz não é ficar feliz sempre, achar que tá tudo ok. Claro que sempre haverá obstáculos. Mas este final feliz é de superar estes obstáculos sempre juntos quando acontecerem.
Um olhar, um dia, um minuto. Quem disse que isso não é o bastante para se apaixonar está mentindo para si. O que acontece na conquista, dias de conversa e ter como objeto aquela única pessoa? Sintonia!
Mesmo que esteja me enganando, sempre serei um tolo em acreditar que para tudo tem um tem uma razão, só basta não ter medo de arriscar e sempre tentar, mesmo que caia em sua jornada, levantar-se que um dia não precisará levantar sozinho, aparecerá alguém lhe estendendo a mão e dizendo que vai ficar tudo bem!
Mas temos também que ajudar o destino, fazer ou tentar fazer acontecer para a natureza, o universo conspire ao nosso favor. Poderia não acontecer! Ela teria contato com outro e mesmo assim não ter aquela sintonia que tivemos no nosso primeiro contato.
Certas coisas, não que seja a hora errada, mas fazem parte do aprendizado, da experiência para crescer. Muitas vezes, no começo, é necessário sacrifícios temporários para mais tarde acontecer o final feliz.
Claro que final feliz não é ficar feliz sempre, achar que tá tudo ok. Claro que sempre haverá obstáculos. Mas este final feliz é de superar estes obstáculos sempre juntos quando acontecerem.
Um olhar, um dia, um minuto. Quem disse que isso não é o bastante para se apaixonar está mentindo para si. O que acontece na conquista, dias de conversa e ter como objeto aquela única pessoa? Sintonia!
Mesmo que esteja me enganando, sempre serei um tolo em acreditar que para tudo tem um tem uma razão, só basta não ter medo de arriscar e sempre tentar, mesmo que caia em sua jornada, levantar-se que um dia não precisará levantar sozinho, aparecerá alguém lhe estendendo a mão e dizendo que vai ficar tudo bem!
SÓ BASTA ACREDITAR
lembre-se da promessa; lembre-se da palavra dita; lembre-se das juras.
Há razões que a própria razão desconhece. O destino existe porque nada é por acaso. Sei que a paciência é a maior virtude do sábio. E eu nunca fui paciente. Se nada é por acaso, devo ser paciente e me concentrar naquilo que acredito e também no que não acredito, porque até na descrença há crença.
Mesmo quem diga que não acredita, esta pessoa já está acreditando em não acreditar. E ele está vivo, não é? Se não acreditasse em nada também não acreditaria em sua existência. Não adiantaria pensar, pois não teria no que pensar já que o pensamento já é um indício da crença.
Não era bem assim que queria desenvolver este texto, mas se assim foi que desenvolvi é porque assim tinha que ser. Nada é por acaso: nossas decisões, nossas escolhas, tudo são causas e efeitos. Não foi a toa que ela foi me posto lá naquele momento, naquela hora e nem porque tinha que ser ela, para aprender a esperar, aprender a ter paciência e a ter um objetivo para o que lutar e ter esperança de um dia alcançar este objetivo.
Nada é por acaso e acredito em finais felizes!
Há razões que a própria razão desconhece. O destino existe porque nada é por acaso. Sei que a paciência é a maior virtude do sábio. E eu nunca fui paciente. Se nada é por acaso, devo ser paciente e me concentrar naquilo que acredito e também no que não acredito, porque até na descrença há crença.
Mesmo quem diga que não acredita, esta pessoa já está acreditando em não acreditar. E ele está vivo, não é? Se não acreditasse em nada também não acreditaria em sua existência. Não adiantaria pensar, pois não teria no que pensar já que o pensamento já é um indício da crença.
Não era bem assim que queria desenvolver este texto, mas se assim foi que desenvolvi é porque assim tinha que ser. Nada é por acaso: nossas decisões, nossas escolhas, tudo são causas e efeitos. Não foi a toa que ela foi me posto lá naquele momento, naquela hora e nem porque tinha que ser ela, para aprender a esperar, aprender a ter paciência e a ter um objetivo para o que lutar e ter esperança de um dia alcançar este objetivo.
Nada é por acaso e acredito em finais felizes!
sábado, 24 de agosto de 2013
UM BEIJO ROUBADO (ou UM ÚLTIMO BEIJO parte II)
Não deveria ter ido embora. Sei que no fundo ela queria que eu ficasse. Mas ela chorou ou quis chorar. E nem ficou vendo eu indo embora, talvez pensou que se eu a visse me olhando partir ficou com medo que eu voltasse e seria difícil ela pedi que eu fosse embora de novo.
Mas, mesmo assim, eu voltei, precisava fazer isso. Ela nem percebeu eu me aproximando e a prima que me viu não disse nada. Peguei-a, pondo minha mão esquerda no ombro direito dela, aproximei meu rosto ao dela, virei seu rosto com minha mão direita e comecei a beijar aqueles lábios que antes ela mordia se segurando, segurando suas emoções, seu choro quando estava comigo antes, beijar aqueles lábios que queria pedir que eu ficasse, aqueles lábios que mesmo dizendo o contrário queria se encontrar com os meus e por um instante se esquecer dos problemas que a cercam e que tem medo de compartilha-los comigo.
Ao primeiro momento aqueles lábios tentou rejeitar os meus, sua mão direita tentando me empurrar, mas foi um momento, porque depois a mão direita ficou somente encostada em meu peito e sua mão esquerda já estava em minha nuca e mexendo na parte de trás da cabeça, afundando em meus cabelos. Minha não direita também já estava segurando na parte de trás da sua cabeça. Os nossos lábios formavam uma par perfeito em um sincronia de movimentos, assim como nossas línguas. Uma dança que beirava a perfeição. E de repente esquecemos que ali poderia ser nossa ultima vez juntos, todos os problemas, tanto meus como os dela. Estávamos livres de todo tipo de preocupação. Senti lagrimas caindo em seu rosto e tocando nos nossos lábios. Mas não era só ela quem estava chorando, eu também estava. Sabia que aquele momento estava acabando...
Eu acordo deste frenesi e já estou na esquina olhando para ela que me dava as costas sem uma única olhada para mim. Eu não voltei e seguir meu caminho. Não dei o que poderia ser o último beijo e nem dei um beijo roubado nela, mas acredito que não será a ultima vez que a verei e da próxima vez darei vários beijos roubados e depois devolverei todos os beijos a ela e enfrentaremos tudo juntos.
Mas, mesmo assim, eu voltei, precisava fazer isso. Ela nem percebeu eu me aproximando e a prima que me viu não disse nada. Peguei-a, pondo minha mão esquerda no ombro direito dela, aproximei meu rosto ao dela, virei seu rosto com minha mão direita e comecei a beijar aqueles lábios que antes ela mordia se segurando, segurando suas emoções, seu choro quando estava comigo antes, beijar aqueles lábios que queria pedir que eu ficasse, aqueles lábios que mesmo dizendo o contrário queria se encontrar com os meus e por um instante se esquecer dos problemas que a cercam e que tem medo de compartilha-los comigo.
Ao primeiro momento aqueles lábios tentou rejeitar os meus, sua mão direita tentando me empurrar, mas foi um momento, porque depois a mão direita ficou somente encostada em meu peito e sua mão esquerda já estava em minha nuca e mexendo na parte de trás da cabeça, afundando em meus cabelos. Minha não direita também já estava segurando na parte de trás da sua cabeça. Os nossos lábios formavam uma par perfeito em um sincronia de movimentos, assim como nossas línguas. Uma dança que beirava a perfeição. E de repente esquecemos que ali poderia ser nossa ultima vez juntos, todos os problemas, tanto meus como os dela. Estávamos livres de todo tipo de preocupação. Senti lagrimas caindo em seu rosto e tocando nos nossos lábios. Mas não era só ela quem estava chorando, eu também estava. Sabia que aquele momento estava acabando...
Eu acordo deste frenesi e já estou na esquina olhando para ela que me dava as costas sem uma única olhada para mim. Eu não voltei e seguir meu caminho. Não dei o que poderia ser o último beijo e nem dei um beijo roubado nela, mas acredito que não será a ultima vez que a verei e da próxima vez darei vários beijos roubados e depois devolverei todos os beijos a ela e enfrentaremos tudo juntos.
UM ÚLTIMO BEIJO
Por impulso fui lá. Não sabia que ela estaria lá, mas fui mesmo assim, alguma coisa me dizia para ir. E sentada na frente da casa estava ela com uma toca de cabelo daquelas feitas de meia, uma blusa cinza e short cinza também. Ela estava de perna esticadas apoiadas em uma outra cadeira. Quando me viu, mostrou-se surpresa, muda e sem parar de olhar para mim com um meio sorriso. Também fiquei olhando-a.
Ficamos nos olhando, eu chegando mais perto dela. Ela tirou as pernas da cadeira que as estava apoiando e me pediu que sentasse. Sentei e me pus a olha-la! Até que me disse que estava sem palavras, que não sabia o que dizer. Tive vontade de dizer que não dissesse nada e me beijasse, mas não disse. Tive esperanças que ao me ver as lembranças, os momentos que passamos juntos, o sentimento nela voltassem. Talvez voltaram. Mas como uma virginiana ela estava convicta da decisão que tomou e não pude fazer nada, até tentei, mas..., nada!
Olhando para ela notava, ela mordendo os lábios e olhos quase lacrimejando, que estava a segurar um choro...
Fizemos uma promessa: que quando ela pensasse e quisesse compartilhar sua vida com alguém que me ligasse caso ainda sentisse algo, caso o que um dia disse para mim seja verdade.
Queria ter dado um ultimo beijo a ela mesmo que fosse roubado. Mas aí poderia ser um ultimo beijo mesmo e quero acreditar que a verei de novo e desta vez para valer.
Tocar nela, ve-la...; mesmo que venha das pequenas coisas temos que aprecia-las!
vejo-te em meus sonhos!
Ficamos nos olhando, eu chegando mais perto dela. Ela tirou as pernas da cadeira que as estava apoiando e me pediu que sentasse. Sentei e me pus a olha-la! Até que me disse que estava sem palavras, que não sabia o que dizer. Tive vontade de dizer que não dissesse nada e me beijasse, mas não disse. Tive esperanças que ao me ver as lembranças, os momentos que passamos juntos, o sentimento nela voltassem. Talvez voltaram. Mas como uma virginiana ela estava convicta da decisão que tomou e não pude fazer nada, até tentei, mas..., nada!
Olhando para ela notava, ela mordendo os lábios e olhos quase lacrimejando, que estava a segurar um choro...
Fizemos uma promessa: que quando ela pensasse e quisesse compartilhar sua vida com alguém que me ligasse caso ainda sentisse algo, caso o que um dia disse para mim seja verdade.
Queria ter dado um ultimo beijo a ela mesmo que fosse roubado. Mas aí poderia ser um ultimo beijo mesmo e quero acreditar que a verei de novo e desta vez para valer.
Tocar nela, ve-la...; mesmo que venha das pequenas coisas temos que aprecia-las!
vejo-te em meus sonhos!
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
PARTIR
Partir, eu devo partir, porque assim tem de ser. Aceitar que terminou e terminou porque mais uma vez não soube aproveitar o que eu tinha.
Partir, isso é necessário. Eu sou fraco e covarde. Eu disse que não iria desistir, só que deveria dizer/pedir para não desistir de mim, porque isso eu já fiz.
Devo seguir meu caminho e realmente o que tiver de ser, será, isso não há a maior duvida.
Seguir meu caminho irei e a carregarei na lembrança, no pensamento, no coração. Sempre comigo ecomigo sempre. Pelo menos um de nós tem que carregar a lembrança daquilo que já foi e, convenhamos, já foi. Continuo amando-a, mas estamos em caminhos opostos: o dela é me esquecer e o meu é de sempre lembra-la.
Talvez eu nunca volte desta partida, encontre meu fim. Acho que é isso que eu quero no final das contas. Acabar com minha angustia, o meu desprezo por mim mesmo, a dor que já sentia antes de conhece-la, mas que havia esquecido momentaneamente quando ela estava comigo e que voltou com força total quando ela começou a caminhar no caminho oposto ao meu e no final deu fim àquilo que um dia disse para mim...
Devo partir ou sucumbir ao desespero extremo, só que partindo talvez consiga a salvação e, se for verdadeiro, voltar aos braços dela porque ela estaria me esperando. Mas isso é apenas um sonho de sonhador e se voltar sei que ela estará com outro e mesmo assim nunca a veria mais uma vez já, que também, ela haveria se esquecido de mim.
Partir, isso é necessário. Eu sou fraco e covarde. Eu disse que não iria desistir, só que deveria dizer/pedir para não desistir de mim, porque isso eu já fiz.
Devo seguir meu caminho e realmente o que tiver de ser, será, isso não há a maior duvida.
Seguir meu caminho irei e a carregarei na lembrança, no pensamento, no coração. Sempre comigo ecomigo sempre. Pelo menos um de nós tem que carregar a lembrança daquilo que já foi e, convenhamos, já foi. Continuo amando-a, mas estamos em caminhos opostos: o dela é me esquecer e o meu é de sempre lembra-la.
Talvez eu nunca volte desta partida, encontre meu fim. Acho que é isso que eu quero no final das contas. Acabar com minha angustia, o meu desprezo por mim mesmo, a dor que já sentia antes de conhece-la, mas que havia esquecido momentaneamente quando ela estava comigo e que voltou com força total quando ela começou a caminhar no caminho oposto ao meu e no final deu fim àquilo que um dia disse para mim...
Devo partir ou sucumbir ao desespero extremo, só que partindo talvez consiga a salvação e, se for verdadeiro, voltar aos braços dela porque ela estaria me esperando. Mas isso é apenas um sonho de sonhador e se voltar sei que ela estará com outro e mesmo assim nunca a veria mais uma vez já, que também, ela haveria se esquecido de mim.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Intolerancia x Compreensão.
Logo pensei! Se logo pensei, o que pensei? Quem sou eu? Sou alguém ou apenas mais um ninguém no meio de tantos ninguéns? Mas se penso devo ser alguém, porem não vejo ninguém que também seja uma alguém assim com eu sou. Talvez só seja alguém porque eu penso por mim assim como para o outro serei ninguém e ele alguém porque ele pensa por si. Tudo é apenas questão de perspectiva, de ponto de vista; Tudo é apenas relativo!
SILÊNCIO!!!!!
"abra os olhos e o coração, sejamos alerta, o terror continua, só mudou de cheiro e de uniforme"*
SILÊNCIO!!!
(silêncio)
...!
"sou um animal sentimental"*
CALA ESSA BOCA!!!
"não sou escravo de ninguém (nem de alguém) e ninguém (nem alguém) é senhor do meu domínio"*
SILÊNCIO!!!!!!!
A minha voz é a minha arma para lutar contra aqueles que se calam, que não têm voz.
Mas ninguém te ouve. CALA ESSA BOCA!
Mesmo que só um me ouça valerá a pena, pois só terá silêncio quando o mundo deixar de existir, porque sempre haverá um ser gritando por sua liberdade!
(resmungando)
Assim como haverá o seu oposto, aquele que sempre irá de contra a qualquer tipo de liberdade. Claro que liberdade demais seria um caos, seria difícil de controlar.
HEHEHE!!!!!
Por isso como tudo no universo tem que ter seu equilíbrio, esta terceira força que sem ela tudo ficaria em desarmonia. Vida e morte, matéria e anti-matéria, preto e branco, macho e fêmea. Todos os opostos precisa de seu equilíbrio. Desta terceira força.
NUNCA E JAMAIS OUVIR TANTA BABOSEIRA.
Mas o senhor mesmo, se puder refletir saberá que o que falo é verdade.
HAHAHA, VAI SONHANDO!!
Você é o que quer minha prisão, eu prezo pela liberdade, mas sei que é preciso aquilo que você deseja para controlar aquilo que almejo.
POREM A LIBERDADE DÁ LIVRE PENSAMENTOS AO SER, A CAPACIDADE DE PENSAR POR SI!!!!!
Destino?
SERIA UM BOM ARGUMENTO.
A ideia já ta na palavra, assim como seu argumento. Mas não irei calar. Mesmo que pense que suas escolhas, mesmo escolhendo o oposto daquilo que seria o q todo mundo esperava de você, também é destino, lembre-se que você escolheu. Pode ser que o destino seja o que você escolhe, as sua escolhas e assim pense que por mais que queira se livrar do destino você continua preso a ele. Mas você teve a liberdade de escolher por mais que esta liberdade de escolha já tivesse, como dizem, pré destinado...
CALADO. DESTA VEZ VOCÊ SE ENROLOU FEIO. DE TODA FORMA VOCÊ APOIOU QUE NÃO HÁ LIBERDADE...
Quero dizer que ninguém pode nos impor nada. Tanto a liberdade e a prisão está em nós mesmos. Por isso que disse que mesmo livre precisa d controle, mas o controle imposto por nós mesmos. Assim como a liberdade, temos também que saber controla-la. Nós mesmos e não ninguém (ou alguém) por nós.
TÀ, TÀ! VOU VOU DORMIR.
Mesmo sendo tão intolerante pelo pensar diferente do outro, o senhor se mostrou um bom ouvinte. Bons sonhos!
(...)
SILÊNCIO!!!!!
"abra os olhos e o coração, sejamos alerta, o terror continua, só mudou de cheiro e de uniforme"*
SILÊNCIO!!!
(silêncio)
...!
"sou um animal sentimental"*
CALA ESSA BOCA!!!
"não sou escravo de ninguém (nem de alguém) e ninguém (nem alguém) é senhor do meu domínio"*
SILÊNCIO!!!!!!!
A minha voz é a minha arma para lutar contra aqueles que se calam, que não têm voz.
Mas ninguém te ouve. CALA ESSA BOCA!
Mesmo que só um me ouça valerá a pena, pois só terá silêncio quando o mundo deixar de existir, porque sempre haverá um ser gritando por sua liberdade!
(resmungando)
Assim como haverá o seu oposto, aquele que sempre irá de contra a qualquer tipo de liberdade. Claro que liberdade demais seria um caos, seria difícil de controlar.
HEHEHE!!!!!
Por isso como tudo no universo tem que ter seu equilíbrio, esta terceira força que sem ela tudo ficaria em desarmonia. Vida e morte, matéria e anti-matéria, preto e branco, macho e fêmea. Todos os opostos precisa de seu equilíbrio. Desta terceira força.
NUNCA E JAMAIS OUVIR TANTA BABOSEIRA.
Mas o senhor mesmo, se puder refletir saberá que o que falo é verdade.
HAHAHA, VAI SONHANDO!!
Você é o que quer minha prisão, eu prezo pela liberdade, mas sei que é preciso aquilo que você deseja para controlar aquilo que almejo.
POREM A LIBERDADE DÁ LIVRE PENSAMENTOS AO SER, A CAPACIDADE DE PENSAR POR SI!!!!!
Destino?
SERIA UM BOM ARGUMENTO.
A ideia já ta na palavra, assim como seu argumento. Mas não irei calar. Mesmo que pense que suas escolhas, mesmo escolhendo o oposto daquilo que seria o q todo mundo esperava de você, também é destino, lembre-se que você escolheu. Pode ser que o destino seja o que você escolhe, as sua escolhas e assim pense que por mais que queira se livrar do destino você continua preso a ele. Mas você teve a liberdade de escolher por mais que esta liberdade de escolha já tivesse, como dizem, pré destinado...
CALADO. DESTA VEZ VOCÊ SE ENROLOU FEIO. DE TODA FORMA VOCÊ APOIOU QUE NÃO HÁ LIBERDADE...
Quero dizer que ninguém pode nos impor nada. Tanto a liberdade e a prisão está em nós mesmos. Por isso que disse que mesmo livre precisa d controle, mas o controle imposto por nós mesmos. Assim como a liberdade, temos também que saber controla-la. Nós mesmos e não ninguém (ou alguém) por nós.
TÀ, TÀ! VOU VOU DORMIR.
Mesmo sendo tão intolerante pelo pensar diferente do outro, o senhor se mostrou um bom ouvinte. Bons sonhos!
(...)
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Eu sou VÂNDALO
Os Vândalos eram uma tribo germânica oriental que penetrou no Império Romano durante o século V e criou um estado no norte daÁfrica ocupando a cidade de Cartago, antiga cidade fenícia que fora ocupada pelos romanos desde o fim das Guerras Púnicas. A localização de Cartago às margens do Mediterrâneo era estratégica para os Vândalos. Ali centralizaram seu Estado, e logo após se estabelecerem, saquearam Roma no ano de 455, destruindo muitas obras primas de arte que se perderam para sempre.
Etimologia
Supostamente do alemão antigo wandeln, "vagar". Uma das várias teorias sobre a origem do nome Andaluzia está ligado aos vândalos, que ocuparam a região (originalmente Vandalusia e depois Al-Andalus), na Espanha temporariamente antes de migrarem para a África.
Origens
Os vândalos foram identificados com a cultura Przeworsk no século III. Controvérsias envolvem as potenciais conexões entre os vândalos e outra possivelmente tribo germânica, os Lugii (lygier, lugier ou lígios). Alguns acadêmicos acreditam que ou Lugii era um antigo nome dos vândalos ou os vândalos eram parte da confederação lígia.
A similaridade de nomes sugere como terras natais para os vândalos na Noruega (Hallingdal), Suécia (Vendel) eDinamarca (Vendsyssel). Supõe-se que os vândalos cruzaram o Báltico entrando nos territórios da atual Polônia em algum momento do século II a.C., e se fixaram na Silésia por volta de 120 a.C.. Tácito registrou a presença dos vândalos entre os rios Oder e Vístula na Germania no ano de 98, corroborado por historiadores posteriores. De acordo com Jordanes, eles e os rúgios foram deslocados com a chegada dos godos. Esta tradição apoia a identificação dos vândalos com a cultura Przeworsk, e desde então a cultura Wielbark gótica substituiu um braço daquela cultura.
Na Idade Média, havia uma crença popular de que os vândalos eram ancestrais dos poloneses. Essa crença teve origem provavelmente devido a dois fatores: o primeiro, por se confundir os vênedos com os vândalos, e o segundo, porque tanto vândalos como vênedos nos tempos antigos viviam nas áreas depois ocupadas pelos poloneses. Em 796, nosAnnales Alamanici, pode-se encontrar um resumo dizendo: "Pipinus ... perrexit in regionem Wandalorum, et ipsi Wandali venerunt obvium" ("Pepino partiu à região dos vândalos, e os vândalos não se opuseram a ele"). Nos Annales Sangallenses, a mesma incursão (contudo, datada em 795) é resumida em uma pequena mensagem, "Wandali conquisiti sunt" ("Os vândalos foram conquistados"). Isto significa que os escritores do início da Idade Média deram o nome de vândalos aos ávaros.
Os vândalos se subdividiam nos Silingi e nos Hasdingi. Os Silingi viviam na região conhecida por séculos como Magna Germania, na atual Silésia. No século II, os Hasdingi, liderados pelos reis Raus e Rapt (ou Rhaus e Raptus), deslocaram-se para o sul, e atacaram inicialmente os romanos na região do baixo Danúbio, depois entraram num acordo de paz e se estabeleceram a oeste na Dácia (Romênia) e na Hungria romana.
Em 400 ou 401, possivelmente por causa dos ataques dos hunos, os vândalos juntos com seus aliados, (os alanos sármatas e os suevos germânicos), iniciaram o deslocamento para oeste sob o comando do rei Godgisel. Alguns dos Silingi se juntaram a eles depois.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Ronin (1)
E assim tanta coisa se passou; tanta coisa aconteceu. Mas continuo vivo e vou fazer de tudo para continuar vivo.
Sou um guerreiro; um lutador; um vencedor. Não será um mal que irá me afligir, abater-me, ser o meu algoz.
Demorei, mas aqui estou a voltar a contar a minha estória ou história. Dependerá de quem me ler se achará ela verdadeira ou falsa. Afinal a verdade também é relativa, porque vai depender de quem acreditar nela. Se eu fosse o leitor eu acreditaria, mesmo que não acredite nos fatos, que, de certo modo, podem ser um tanto exagerados, admito, mas que acreditam na palavra que vou tentar transmitir, porque ela é de superação, de acreditar que pode ir além dos seus próprios limites. Em fim. É uma palavra de sobrevivência.
Então acreditem, pois é a pura verdade!
Sou um guerreiro; um lutador; um vencedor. Não será um mal que irá me afligir, abater-me, ser o meu algoz.
Demorei, mas aqui estou a voltar a contar a minha estória ou história. Dependerá de quem me ler se achará ela verdadeira ou falsa. Afinal a verdade também é relativa, porque vai depender de quem acreditar nela. Se eu fosse o leitor eu acreditaria, mesmo que não acredite nos fatos, que, de certo modo, podem ser um tanto exagerados, admito, mas que acreditam na palavra que vou tentar transmitir, porque ela é de superação, de acreditar que pode ir além dos seus próprios limites. Em fim. É uma palavra de sobrevivência.
Então acreditem, pois é a pura verdade!
domingo, 13 de janeiro de 2013
Ronin (0.3)
Eu falei: "Muita calma nesta hora"?, estou deixando estes meus escritos um tanto quanto como se falasse pessoalmente e de forma extrovertida com alguém, mas isso até que é bom por mostrar uma pessoalidade amigável e popular que o autor está tentando mostrar. Problema que uns escritos assim tá mais pra auto-biografia do que uma narração romanticista, ficcional, relatada ou, simplesmente, contada.
Sobre o que escrevi, antes de ter uma vida cigana, não me acostumo mais ficar parado. Desde antes do mundo ficar melhor, sem a escória de minha espécie, pelo menos pela minha percepção do mundo neste últimos dez anos, que já tinha esta vontade de sair andando pelo mundo a fora, sem ligar pra burocracia política..., estas baboseiras que dão um pouco de civilidade ao animal humano. Seria legal que existisse mais um além de mim, do sexo oposto, claro! Pobre não tem dinheiro, mas pode sonhar!
Aliás esta forma que escrevo aqui pode ser tratado como um diário também, mas sem as datas do dia e sem aquele "glichê" :"querido diário". E tô pouco ligando pelo que vão pensar ou não. Certo, as perguntas que muitos devem fazer: "Por que só eu (em tese) sobrevivi?"; "O que foi que aconteceu que só eu (em tese) sobrevivi?"...; e lá vai cambada, Vou responder, não se avexem, mas cada qual em seu tempo.
Pior que é complicado quando se complica e quer descomplicar porque isso acaba se tornando uma teia de aranha e quando ver você se encontra todo enrolado e preso, sem conseguir nem ao menos se mexer. Imagine o desespero de mim ver sozinho nos primeiros dias em que eu me tornei "eu sou a lenda". De repente teria que fazer as coisas por mim mesmo, mesmo tendo a liberdade de todo o mundo, de ir e vir. Poderia me acomodar ainda mais, porque quando acabasse os suprimentos em um lugar poderia ir pra outro ou pegar no mercadinho mais próximo, não precisaria de dinheiro.
Não fiquei acomodado e mesmo assim, com tanta facilidade, sabia que só iria durar por alguns meses, então tinha que aprender a viver e a sobreviver. Muitos filmes e série mostra um momento deste só que o "herói", só mostra ele ficando bombado e subindo em coqueiros, não mostra ele cagando e nem tentando limpar o cú, ou então não mostra pegando uma infecção aonde o sol não bate e se matando para se curar. Mostra sempre algo fantasioso e fui nisso que marquei bobeira e tive o tal sonho de ser um peregrino. Ironicamente fui viver o meu sonhos forçado.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Ronin (0.2)
Deixa falar um pouco de onde eu vivo neste, vocês ou alguém já deve ter percebido, mundo apocalíptico (seria muita burrice se não entendessem ainda a situação, já que nas linhas anteriores fui até que direto, a não que o ser que me ler tenha se enrolado na minha embromação o que é considerável, aí eu retiro a burrice). Quem espera uma descrição perfeita é melhor ler um texto descritivo ou ler algum romancista/contista como Edgar Allan Poe, por exemplo e também é o único que me lembro a respeito do detalhismo descritivo que demonstra em seus contos.
Este mundo de hoje é como era antes só que mais limpo e sem humanos para sujá-lo. O ar é mais puro, o verde já começa a voltar a fazer parte dos lugares onde o ser humano construiu suas cidades. O céu é mais azul, a chuva é menos ácida - aliás, é onde eu pego uma boa parte da água que bebo, pelo menos por enquanto, os rios ainda estão se recuperando sem os lixos tóxicos. Se bem que uso um carro que por ano fui adaptando, hoje em dia está funcionando por meio de energia solar, conseguir esta façanha, afinal vivendo dez anos em um mundo sem ninguém e de todos os animais o humano era o que mais se adapta ao meio ambiente e, incrivelmente, conseguir me adaptar e sobreviver. Estou até emocionado agora por superar o que pensava ser o meu limite que olhando agora vejo que era beeeeem limitado por eu me ter posto este limite.
Foram tantas emoções até chegar aqui, tive que me acostumar com um outro paladar mais requintado (risos) e deixar a preguiça de lado e até mostrar que como animal também posso ser selvagem. Virei tipo um Tarzan, sem Jane, infelizmente, mas nada é perfeito.!
Sinto-me um cigano, nômade, andarilho, errante ou que nome possa me ser dado. Não é que não goste de ficar em um único lugar ao mesmo tempo, se fosse possível eu ficava, já teve vezes que passava temporadas em mansões que tinha de tudo, mas é que a necessidade de sempre ficar em movimento se faz presente. (Alguém que possivelmente me ler, já que não posso ser o último, irá afirmar: "agora que vai começar a aventura de fato!" e eu digo: "Muita calma nesta hora!")
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Ronin (0.1)
Constando, para aqueles, se há alguém além de mim, que lerem de alguma forma esta minha narrativa, só para constar, não sou escritor e estou pouco ligando se há muitos erros coloquiais, de pontuação ou...! Na gramática o que salva é esta correção ortográfica. Esta é uma narrativa, não manuscrita (tenho a tecnologia ao meu dispor ainda mais que energia teoricamente infinita (bateria solar) então não teria cabimento escrever na mão), mas por um apetrecho eletrônico. Este só foi algum pormenor que resolvi colocar só pra ficar mais ou menos claro de que não vou ficar encucado de escrever certo ou de forma formal (não era a minha intenção este trocadilho).
Certo! Quem me ler é claro que vai está interessado em como me tornei "eu sou a lenda" e me vendo, vendo não, lendo esta enrolação inicial aí poderá perder o interesse, mas muitas vezes um livro mostra-se chato de começo, tornando-se, até, viciante do meio ao fim. Disse viciante porque o leitor fica tão vidrado na narrativa do herói com o seu mundo fantástico que perde a noção da realidade. E são estórias inesquecíveis que se tornam clássicas.
Fato é que começando algo de modo aleatório fica meio difícil encontrar um caminho a seguir e se perder no próprio emaranhado dos acontecimentos. Assim como alguém que começa abordando sobre política e termina em uma luta entre o bem e o mal com uma filosofia abordada que não tem nada a ver. O meu caro leitor se pergunta neste exato momento: "do que este pobre coitado está falando?" Aí para de ler neste exato ponto (no ponto de interrogação, para ser exato) e perde um fantástico relato de superação, de sobrevivência, de amores possíveis (e, agora, impossíveis) e, talvez, de criaturas além da imaginação. Porém, não irei forçar ninguém, nem alguém a mim ler. Fiquem a vontade!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Ronin (0)
É difícil começar algo porque nunca sabemos por onde começar. Começar com "era uma vez" também não dar, né? (risos). E tem alguns começos que começam parecendo que estão começando já da metade: "Havia dias em que o pistoleiro perseguia o homem de preto pelo deserto..." Aliás bela jornada deste Roland. Então vamos começar pelo começo e vou começar dizendo que eu estou na história, portando sou um narrador personagem, então não poderei começar como em alguns contos que o narrador personagem diz algo do tipo logo nas primeiras linhas: "Vou contar a minha história até o momento em que morri .." Como ele iria poder contar como morreu? É um fantasma que voltou do além e fez contato espiritual, uma mesa branca? (risos). Pode até ser, mas serei honesto! Eu não vou narrar o tal como vivi e morri ou coisa do tipo, então vamos lá..., pelo menos começar este já enrolado relato.
Não vou falar de nomes porque isso não interessa nos dias de hoje já que, melhor explicando, meu único contato de comunicação é através daqui nem sei se há um outro ser humano, demasiadamente humano, para que esta história passe adiante através destes rascunhos. Não irei dizer que sou o único, nem o último, seria prepotência, arrogância, estas coisas. Afinal, mesmo tendo um mundão só meu fica meio chato sem ter ninguém pra quem compartilhar. Não somos seres solitários como muitos autores já escreveram, temos a necessidade do outro. Porém quem já tá sozinho há bastante tempo, mesmo quando tava na "muvuca", a solidão de fato não é problema, só que falar sozinho pega meio mal, ainda bem que não tem ninguém para poder me julgar (risos). Mesmo assim, é tão solitário..., tô adorando!
Imagine ter o mundo todo só pra si: ir aonde quiser, está aonde quiser está, fazer o que quiser fazer. Com certeza é bem legal de começo, porém como tudo se torna uma rotina por se mostrar um tanto igual, mesmo fazendo coisas diferentes, fica meio tedioso. Só dura um instante, depois você descobri que o mundo é só seu e que você é a única regra e a única lei, então ainda fica de boa e relaxa que ganhei no "War" conquistando todos os territórios sem ao menos jogar.
Não vou falar de nomes porque isso não interessa nos dias de hoje já que, melhor explicando, meu único contato de comunicação é através daqui nem sei se há um outro ser humano, demasiadamente humano, para que esta história passe adiante através destes rascunhos. Não irei dizer que sou o único, nem o último, seria prepotência, arrogância, estas coisas. Afinal, mesmo tendo um mundão só meu fica meio chato sem ter ninguém pra quem compartilhar. Não somos seres solitários como muitos autores já escreveram, temos a necessidade do outro. Porém quem já tá sozinho há bastante tempo, mesmo quando tava na "muvuca", a solidão de fato não é problema, só que falar sozinho pega meio mal, ainda bem que não tem ninguém para poder me julgar (risos). Mesmo assim, é tão solitário..., tô adorando!
Imagine ter o mundo todo só pra si: ir aonde quiser, está aonde quiser está, fazer o que quiser fazer. Com certeza é bem legal de começo, porém como tudo se torna uma rotina por se mostrar um tanto igual, mesmo fazendo coisas diferentes, fica meio tedioso. Só dura um instante, depois você descobri que o mundo é só seu e que você é a única regra e a única lei, então ainda fica de boa e relaxa que ganhei no "War" conquistando todos os territórios sem ao menos jogar.
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