
Aloha!
Aqui estou para falar daquilo que me faz vim aqui em frente neste dia de quinta-feira. Não sou muito bom com as palavras e sempre fico apavorado ao saber que posso ser julgado, mas me enchi de coragem porque tenho que vos falar aquilo que mim aflige.
Sei que o que tenho que falar pode ser impressionante seja porque é interessante ou porque é apenas burrice, mas cada um é cada um. Então espero que os digníssimos senhores e senhoras aqui presente tentem me compreender, seja por bem ou por mal.
Sem mais delongas irei começar e desculpem por esta longa explicação que pra alguns não há sentido algum ou faça mais sentido do que aquilo que eu vou vos falar.
Aqui estou para falar daquilo que me faz vim aqui em frente neste dia de quinta-feira. Não sou muito bom com as palavras e sempre fico apavorado ao saber que posso ser julgado, mas me enchi de coragem porque tenho que vos falar aquilo que mim aflige.
Sei que o que tenho que falar pode ser impressionante seja porque é interessante ou porque é apenas burrice, mas cada um é cada um. Então espero que os digníssimos senhores e senhoras aqui presente tentem me compreender, seja por bem ou por mal.
Sem mais delongas irei começar e desculpem por esta longa explicação que pra alguns não há sentido algum ou faça mais sentido do que aquilo que eu vou vos falar.
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Para começo de história o que mais custa na vida é a gente encontrar algum sentido na vida. É impressionante como as coisas são. Nascemos, vivemos, sobrevivemos, convivemos e morremos. A gente pode olhar pelo inicio e pelo fim da história, alguns acham mais interessantes este extremos e não ligam pro resto, mas o interessante é o meio, pois é nesta parte que está a verdadeira história.
Entreguei mesmo sem querer ao vício, não particularizo nenhum vício em particular, mas digo que que o vício que aqui falo é relativo a algum tipo de droga, só que não é a droga como todos estão imaginando ou querendo saber qual a droga que eu me viciei. Aqui que vos falo não é uma droga que todos conhecem como droga, mas é a droga que faz parte do vício ou o vício que faz parte da droga. De fato é que o vício é uma droga.
E a droga que falo é o que pode ser normal para os senhores, pois, como disse: cada um é cada um. E pra mim é uma droga, talvez a pior, pois ela entra em nossas cabeças como se não fosse nada e nos consome de uma forma que achamos normal. Todos acham que é normal e não se vêem que são dependentes e escravo deste desejo.
Este ópio que consome todos nós. Livrei-me dele por algum instantes, mostrando-me limpo de toda a droga, portando como um vício maltratava meu corpo e minha mente. Em uma guerra interminável para poder sobreviver, me vi com um outro inimigo que antes não tinha, o vício pela droga que agora era compartilhado. E mesmo quando estava limpo fui pego pelo novo inimigo, inicialmente em uma abordagem menos nociva, depois em uma abordagem mais nociva e em fim o vírus desta última abordagem me consumiu, fazendo-me refem mais uma vez deste meu ópio, uma semana depois da última abordagem.
Porem, agora me acho em uma situação bem mais difícil, pois a droga agora me consome como se fosse injetado dentro de mim e fazendo parte de meu próprio corpo como o esqueleto de magnetita de wolverine.
Antes me achava puro pela inocencia de meus ideais, mas como sou humano, vejo-me doente por ser fraco e finalmente me deixando corromper pelo humanismo. Afinal, somos animais e por sermos animais, fazemos coisas que fazem parte do desejo animal. E é nisso que está o grande problema do humano e que pensa que resolver problemas é por nomes, inventar nomes.
Mesmo sendo amor, paixão, desejo, sexo, ainda é necessidade animal. O meu ópio! E se ser humano é continuar sendo irracional a ponto de achar normal algo tão repugnante como todos os vícios, então não passamos de animais fingindo serem racionais por pensar, porem se pensamos tão pequenos, é a mesma coisa que nada, é continuar sendo irracional.
