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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Twitter x Facebook (reconciliação)

- é melhor parar por aqui, assim ñ dá. Eu já passei por isto antes e ñ quero passar d novo - falou o Twitter pro face.
- ok, tudo bem! -face

(...)

Face: olhe sei q vc precisa d mim assim como preciso d vc. Ñ faz sentido está separação.

Twitter: meu anjo, eu amo vc, mas to com problemas.

Face: isso dinovo ñ. Todos temoS problemas, ñ pense q seus problemas são maiores q dos outros ou até q os meus, mas quero passar com vc.

Twitter:, meu anjo! :'(

Face: compartilhe sua vida comigo, se diz me amar, me ame. Vc disse q sem mim ficava perdida, q eu seja sua direção.

Twitter: ........!

Face: poha, faço tudo por vc. Agora q vc precisa mais d apoio, mais daqueles q gostam d vc e vc repele.

Face: se quer sumir, fugir d seus problemas, sumiremos juntos e quando voltarmos, voltaremos mais fortes e d kbça erguida.

Face: mas vc tem q abrir a porta para eu entrar, compartilhar, assumir o q sente, se vc sente.

Twitter: desculpa anjo, sou fraca...

Face: sozinha vc pode ser fraca msm, mas juntos sei q vc é forte, assim como sou forte contigo.

Twitter: :) diga q nunca irá me deixar.

Face: nunca diga nunca e promessas foram feitas para ñ.serem cumpridas.mas eu juro q jamais a deixarei!

Twitter: ... (***)





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ESCOLA x TRABALHO

Começar pelas diferenças:
• escola: paga-se para estudar;
• trabalho: a pessoa é paga para trabalhar.
Certo! Coloquei diferenças, no plural, mas só pus uma diferença, porém é a mais chamativa e a mais explícita. Talvez com o desenvolvimento exponha mais diferenças, mas por enquanto é só!
Na escola a pessoa passa a infância e juventude toda pagando para estudar, tornando uma rotina, por isso se acostumando a todo dia está sempre lá fazendo a mesma coisa...; tem a mesma obrigação que o trabalho, estar num emprego, a mesma responsabilidade de sempre está presente e com seus afazeres. A diferença que na escola como já expus a pessoa passa sua infância e juventude e ela paga para está lá, mesmo sendo público, porque impostos, materiais, xerox, eventos em grupo que necessite de contribuição financeira..., já no trabalho a pessoa é um funcionário de algum tipo de instituição, apesar de o aluno também ser um tipo de funcionário, mas no trabalho a pessoa se torna uma empregado (por isso o termo emprego) e é pago para trabalhar, passando a sua vida adulta toda e inicio da velhice trabalhando. Enquanto na escola passa mais ou menos 20 anos no trabalho extende-se este prazo para um pouco mais que 30 anos. E depois destes 30 anos a pessoa se torna tão alienada já que estudou por pouco mais que 20 anos e depois trabalhou por um pouco mais que 30 anos que o fato de não fazer mais nenhum dos dois acha que não está fazendo nada só por ter sido dominado e manipulado por quase 60 anos por uma sociedade que chama de bárbaros ou selvagens ou vagabundos aqueles que querem ser livres, que querem ter sua liberdade, que querem conhecer a verdadeira liberdade.
Mas é assim mesmo, afinal uma abelha numa colmeia ou uma formiga num formigueiro passam a vida trabalhando, escravas de seus próprio instinto! Porque conosco seria diferente? Trabalhar sempre para os outros para assim sobreviver e viver em sociedade, mas nunca para nós mesmos. E não pense que quem diz que trabalha para ele mesmo é livre, afinal e, finalmente, ele ainda presta contas e trabalha para satisfazer a sociedade, assim como a abelha para colmeia ou a formiga para o formigueiro.
Somos organismos em um emaranhado mecânico!

domingo, 15 de setembro de 2013

Na Estrada (PALAVRAS)

Palavras são preciosas, são sábias, poderosas, mágicas. Quando ditas por um mentiroso, as palavras tornam-se destrutivas, porque nos fazem acreditar naquilo que é dito.
Tô na estrada, porque aonde estava não fazia mais sentido ficar. Precisava encontrar e ainda preciso, meu rumo, meu caminho.
As palavras ditas por outra pessoa me destruiu, arruinou-me e esmagou a minha crença naquilo que acreditava ser real derrubando o meu ser, fazendo-o despencar de um precipício sem chão onde só se pode parar de cair, não ao se chegar ao chão, mas se conseguir criar asas e aprender a voar, mesmo assim será uma subida longa porque continuo caindo.
Já estava prestes a cair até que as palavras que a pessoa me trouxe deram-me forças para aguentar e com a ajuda dela iria conseguir me reerguer. Ledo engano! Fez-me cair de vez no buraco sem fundo.
Assim procuro meu caminho. Já tava mim reerguendo antes que as palavras que poderiam ser minha salvação acabasse por ser minha destruição. Já ia sair na estrada antes do ocorrido e encontrar meu caminho. Agora só aumentou a dificuldade e apesar de não parecer, eu gosto de desafios.
Que outras palavras venham, mas que sejam as minhas palavras que eu esqueci por acreditar nas palavras dela que acabaram por me destruir ou me tranformar, já que na natureza nada se destrói, apenas é transformado.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

FADA VERDE BAR

INAUGURAÇÃO.

Eu abro as portas deste ambiente que gostaria que transmitisse uma energia familiar para quem aqui poderá frequentar. Não importa se o nativo for estrangeiro, gordo, magro, com opções sexuais, relegiosas, politicas diversas, ou se é branco, preto, amarelo, vermelho ou verde. Importante é encontrarem neste ambiente um lugar para relaxar, discutir suas opiniões sem medo de ser julgado pela sociedade opressora. Apenas relaxar, divertir-se, falar sua verdade e ouvi a verdade dos outros.
Olho ao redor e as cadeiras, ainda em cima das mesas, emborcadas. Vou arrumando cada uma em cada mesa. A casa não é grande, mas deu para por o balcão com as bebidas e seis mesas redondas com quantro cadeiras cada. Todas as mesas estão forradas e prontas para serem servidas.
Vou ao balcão, entro no bazar e pego uma bebida verde, pego um copo de dose e ponho esta bebida no copo. Volto a um banco do outro lado do balcão, sento, olho o liquido verde em meu copo, esboço um meio sorriso - meu coração está pesado, mas não pela inauguração do bar, mas por talvez nunca mais ver aquela que amei - pego o meu copo e tomo o líquido de um gole só. Fecho os olhos, balanço a cabeça; abro os olhos e, sem brincadeira, vi um monte de fadinhas verdes. Levantei-me meio tonto, mas com disposição, fui ao interruptor e o liguei, acendendo um letreiro acima da porta do bar. Meio brega estilo sallon (ou algo do tipo), aqueles de velho oeste norte americano. Saiu do bar para ver por fora. Na entrada tem daqueles tapetes escrito BEM VINDO. Olho para o letreiro e estava lá com luz florescente:
FADA VERDE BAR.

sábado, 7 de setembro de 2013

NO BANCO DA PRAÇA

Ele, senta-se no banco da praça! Sozinho ele se vê somente em companhia da solidão, esta entidade invisível que trás um vazio em seus coração. Ele não a vê, mas a sente e apesar de vê gente, pessoas transitando de um lado a outro, alguns iam ou voltavam do comércio, ou ficavam no barzinho ao lado conversando. Mesmo assim ele se via sozinho, porque estava sozinho.
Cabeça baixa, braços apaiado nas pernas, tronco inclinado para a frente, era assim que quem passava o via. Ao lado do banco, lado direito, para ser mais exato, havia um papel escrito: "lugar reservado ao meu amor." O banco ficava debaixo de uma árvore. Quem o via e lia o que tinha escrito no papel, achavam-o digno de pena porque sabiam que ela não iria chegar, que ele havia levado um fora. Porque alguns, os comerciantes, já o estavam observando há horas e nada de ninguem chegar. Teve alguns, os de bom coração que chegaram a levar água e alguns salgadinhos, deixando-os do outro lado do banco. Iam, entregavam e voltavam sem dizerem nada, pois sabiam que o silêncio em certas horas é precioso.
Ele via o que alguns comerciantes estavam fazendo, até esboçou um sorriso quando pensou que a humanidade ainda tem chance de se salvar.  Ele comia e bebia e escrevia no guardanapo um "obrigado, pela gentileza" e depois o colocava de lado. Como se tivesse falando para alguém que estaria ao seu lado, ele apenas pensava olhando para alguns jovens casais que passavam:
"Bonito, não são? Cada um com seus problemas particulares, muito até piores que o meus ou os dela, mas estão aí de mãos dadas, já que sabem que um terá o outro mesmo que não para sempre, mas que um terá o outro para se apoiarem nos momentos de maior dificuldade sem medo que isso possa desgastar a relação. Só que não desgasta, porque isso irá fortalece-los como pares um para o outro, manterem-se firmes como casal. Ninguém vive sozinho e sempre precisamos de alguém no bons e maus momentos que a vida pode nos proporcionar. Tão bom se ela pudesse ter compartilhado sua vida comigo. Eu sabia que se me arriscasse desta vez teria que, além de meus problemas, compatilhar os problemas da segunda pessoa. Estava disposto a ser seu chão, seu alicerce, seu lar, mas no fim ela preferiu a solidão assim como eu um dia quis antes de encontra-la. Espero que agora ela que possa me encontrar e esteja disposta a eu ser seu lar assim como ela estava sendo meu caminho e meu lar. Por enquanto não tenho mais lar e meu caminho voltou a ser aquele que estava pensando em seguir antes de encontra-la. Espero que me encontre como a encontrei, um dia!"
Ele pegou a caneta e escreveu no mesmo papel que estava do seu lado direito e pegou a mochila que estava debaixo do banco, levantou-se e saiu andando. Um comerciante que o observando foi ao banco e leu o que havia escrito: "contiunarei te esperando mesmo que volte a encontra-la somente em sonhos...!"

domingo, 1 de setembro de 2013

A PROMESSA

Poderá ela esquecer o que dizia sentir por mim; poderá ela esquecer aquilo que tivemos quando estivemos juntos; poderá ela nem ter sentido aquilo que eu sentir quando a vi pela última vez. Mas eu sei o que sentir, o que queria e o que prometi!
Ela pode até esquecer da promessa e eu até poderia, se fosse como os outros que, por sinal,  eu já fui comparado. Porém uma coisa que posso dizer de mim, que posso me vangloriar, é que não sou nem parecido com os outros e muito menos com algum ex retardado. Posso até fazer parte do grupo dos ex por mim tornar um ex, justamente, por quem me dispensou não ter me entedido. Então, eu penso: pow, não era ela, porque se fosse seria e ela conseguiria me ler, compreender-me, entender-me. Ela nem confiava nela como poderia confiar em outra pessoa também e muito mais naquele que ainda acredita que é o cara certo para ela?
Ela pode até esquecer que também se esqueceu da promessa que me fez, assim como o que sentia, dos momentos que passamos juntos, mas eu irei esperar porque eu prometi a ela e se ela esquece da promessa é porque também se esqueceu de mim, mas enquanto me lembrar dela e acreditar ou teracreditado que, finalmente, poderia ter encontrado a garota que tanto procurei, cumprirei minha promessa.