A esperança é o ato de esperar, seja algo grande, seja algo pequeno. Sempre estive a vida toda esperando, mas nunca soube definir o que. Poderia ser uma grande amizade, um dia de sol e água fresca, uma aventura em que eu saberia o significado da vida, um amor, ou, simplesmente, a morte.
Esperando por alguém ou algo. Muitas vezes se encontra a quem espera, mas ñ é o momento certo, nem o tempo certo. Aí, haja paciência!
Esperar 10, 20 anos por alguém significa persistência e crença nesse alguém e fazer de tudo pra, também, este alguém seja você a quem ela esperava. Claro que num momento saberá, porque se um acredita e persiste nesta crença, determinado, a outra será envolvido por sua persuasão e persistência.
Mas não é algo dominado, autoritário, é apenas acreditar na outra pessoa, fazer acontecer, mesmo que esta pessoa, ainda não saiba disso; vezes por outros assuntos que ela toma como prioridade, porém ela sentirá algo estranho ao vê-lo, inicialmente poderá não entender ou entenderá, mas não levará isso como prioridade, pois ela sabe que aquele não é o momento certo. O medo pode fazê-la pensar assim ou uma atitude exagerada da outra parte pode fazê-la recuar, portando ela pode se sentir persuadida a querer ver onde a outra pessoa pode chegar, porque, estranhamente, ela se senti atraida por ele, mas não demonstra tanto interesse, como disse, muitas vezes por assuntos mais importantes, por assim dizer.
Só que tem que se manter aberta a oportunidade. Se precisa de ajuda, este alguém te ajudará; precisa de carinho, carinho terá; precisa de um abraço forte e caloroso, este alguém estará sempre ao teu lado e sempre te abraçando.
Um amor, também é amizade, companheirismo e, muitas vezes, sacrificio pela outra pessoa. Apenas uma chance!
Bons sonhos!
sábado, 25 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Que Abunda é Bom
Segundo o grande pensador Max Weber, tudo o que abunda é bom. Do alto da minha sabedoria, eu, sem nenhuma filosofia, papo-cabeça ou qualquer prosopopéia, afirmo que bunda é bom. Ou a bunda é boa. Parafraseando o poetinha : “As desbundadas que me perdoem, mas mulher tem que ter bunda!” Enquanto os americanos e ingleses gostam de mulher peituda, os brasileiros gostamos de mulher bunduda. Gosto é gosto, e não se discute!
Bendito o dia em que o homem, na sua evolução, parou de andar de quatro e passou a bípede. Nessa ocasião os músculos glúteos se desenvolveram e surgiu gloriosamente a bunda: produto interno e bruto genuinamente brasileiro. For export! Cantada em verso por Drumond em “ A Bunda, que Engraçada” e em prosa por Gilberto Freyre em “Casa Grande e Senzala”. Mas de onde vieram as tão belas bundas das brasileiras? Certamente que não foi das alvas portuguesas, das branquelas alemãs, nem das esparramadas bundas das italianas e muito menos das desbundadas chinesas e japonesas! As tão belas bundas brasileiras vieram das afronegras. Além de brilhar nas artes e nos esportes, as afronegras ainda nos legaram a bunda - preferência nacional sob quaisquer aspectos. A bunda tem um balanço, um vai-e-vem insuperável! Da bunda o olhar sobe para verificar se o rosto está à altura. Coincidindo, a beleza abunda! Caso contrário será mais uma das raimundas que existem por aí! Oh calipígia mulata que tanto me fascina!
Bunda branca, bunda preta, bunda amarela. Bunda dura, bunda mole, bunda dele, bunda dela. Bunda rica, bunda pobre, bunda remediada. Bunda seca, bunda gorda, bunda magra. Tudo bunda. Sempre bunda. Eternamente bunda. Que venha a bunda!
E como dizia aquela loura gostosona a Gabriel, o Pensador: nádegas a declarar. Que recebeu dele como resposta: ordem e progresso, sua bunda é um sucesso.
Na cadência mimosa, lá vai ela airosa, dengosa, gostosa, espirituosa, sestrosa, tenebrosa, buliçosa, maravilhosa, espalhafatosa, formosa, jeitosa, ansiosa, valorosa, estrepitosa, suspeitosa, rebolosa, deliciosa, prazerosa, acintosa, escandalosa, desvirtuosa, desrespeitosa; e no remelexo, lá vai ela gloriosa
.
Não seria por acaso uma bunda cor-de-rosa!
(Tarcísio Barbosa)
Bendito o dia em que o homem, na sua evolução, parou de andar de quatro e passou a bípede. Nessa ocasião os músculos glúteos se desenvolveram e surgiu gloriosamente a bunda: produto interno e bruto genuinamente brasileiro. For export! Cantada em verso por Drumond em “ A Bunda, que Engraçada” e em prosa por Gilberto Freyre em “Casa Grande e Senzala”. Mas de onde vieram as tão belas bundas das brasileiras? Certamente que não foi das alvas portuguesas, das branquelas alemãs, nem das esparramadas bundas das italianas e muito menos das desbundadas chinesas e japonesas! As tão belas bundas brasileiras vieram das afronegras. Além de brilhar nas artes e nos esportes, as afronegras ainda nos legaram a bunda - preferência nacional sob quaisquer aspectos. A bunda tem um balanço, um vai-e-vem insuperável! Da bunda o olhar sobe para verificar se o rosto está à altura. Coincidindo, a beleza abunda! Caso contrário será mais uma das raimundas que existem por aí! Oh calipígia mulata que tanto me fascina!
Bunda branca, bunda preta, bunda amarela. Bunda dura, bunda mole, bunda dele, bunda dela. Bunda rica, bunda pobre, bunda remediada. Bunda seca, bunda gorda, bunda magra. Tudo bunda. Sempre bunda. Eternamente bunda. Que venha a bunda!
E como dizia aquela loura gostosona a Gabriel, o Pensador: nádegas a declarar. Que recebeu dele como resposta: ordem e progresso, sua bunda é um sucesso.
Na cadência mimosa, lá vai ela airosa, dengosa, gostosa, espirituosa, sestrosa, tenebrosa, buliçosa, maravilhosa, espalhafatosa, formosa, jeitosa, ansiosa, valorosa, estrepitosa, suspeitosa, rebolosa, deliciosa, prazerosa, acintosa, escandalosa, desvirtuosa, desrespeitosa; e no remelexo, lá vai ela gloriosa
.
Não seria por acaso uma bunda cor-de-rosa!
(Tarcísio Barbosa)
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Reencontro
Reenconcontrei, reafirmei, reconfirmei, retalhei e re-perdir.
A vida sem reencontros fica meio monótna. 10 anos é tempo, a vida inteira procurando é apenas a espera da morte. Uma certeza de reencontra é a morte ou o vazio.
Tive paixões, tudo platônico, nem um verdadeiro, porem, aquelas que ñ foram minha paixão, foi as que foi verdadeiro, irônico. Mas a vida é uma grande ironia. E, infelizmente aconteceu dinovo. Como dizem: "...o carro na frente dos bois".
Ainda acredito, porém agora é paciencia e perceverança. E um dia eu que irei riu por último, junto da pessoa ao meu lado. Éramos crianças e ainda somos!
O que tiver que ser, será!
O que tiver que acontecer, acontecerá!
E que assim seja e assim se faça!
Amém!
Um dia, estou esperando, nunca é tarde demais. mesmo no leito de morte, sonharei com o reencontro, estarei fiel ao reencontro.
Focalizei a pessoa do seu lado e não olhei pra quem deveria ter olhado, mas sentia que era sempre você, por não esquece-la. A determinação me levará até você. Nem que seja só pra dizer um "OLÁ!"
A vida sem reencontros fica meio monótna. 10 anos é tempo, a vida inteira procurando é apenas a espera da morte. Uma certeza de reencontra é a morte ou o vazio.
Tive paixões, tudo platônico, nem um verdadeiro, porem, aquelas que ñ foram minha paixão, foi as que foi verdadeiro, irônico. Mas a vida é uma grande ironia. E, infelizmente aconteceu dinovo. Como dizem: "...o carro na frente dos bois".
Ainda acredito, porém agora é paciencia e perceverança. E um dia eu que irei riu por último, junto da pessoa ao meu lado. Éramos crianças e ainda somos!
O que tiver que ser, será!
O que tiver que acontecer, acontecerá!
E que assim seja e assim se faça!
Amém!
Um dia, estou esperando, nunca é tarde demais. mesmo no leito de morte, sonharei com o reencontro, estarei fiel ao reencontro.
Focalizei a pessoa do seu lado e não olhei pra quem deveria ter olhado, mas sentia que era sempre você, por não esquece-la. A determinação me levará até você. Nem que seja só pra dizer um "OLÁ!"
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