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sexta-feira, 27 de junho de 2008

"Ou"


Possibilidades d coisas possiveis, possibilitando probabilisticamemte possivel coisas d onde deve vim a possibilidade d assuntos estatíscos. O tempo nada mais é q um deus creditado por apenas absurdas crendices d meros seres irracionais ligados ao status d alguma coisa ou coisa nenhuma.
Nada é ao acaso ou tudo é pura coincidencia?
Tudo é apenas nada, como o nada é o vazio q antes acoplava um todo qualquer, porém, um todo sem nenhum conhecimento d sua ou vossa, talvez, nossa existencia. Mas pelo menos é alguma coisa o todo e tudo d um Ser q se diz ser perfeito, mas perfeito ñ é; e mais imperfeito é um ser incompleto q pensa q a completude do seu ser é apenas a superficialidade d todas as coisas q jura ou só pense em existir, porém se contasse com todas as existencias, a existencia q este ser mesquinho pensa ou jura nada mais passa q um grão d areia em pleno universo existencial.

O q quero dizer é q a vida ñ passa d uma ñ vida, portando, para os crentes q crêem em algo a mais q nós, vós ou vcs somos ou são os "donos da festa", nada tenho a dizer, pois uma crença vale mais q dizer a si mesmo q existe um ser consciente e cheio d razão e onipotente, já q a crença engloba todo um globo d possiveis espectativas reais d uma ou várias vidas, assim mesmo eu estou aki com uma vida involuntaria e sem esperanças d q algo possa valer a pena está vivo ou apenas vivendo.

Mas tudo é todos, todos são corpos insolúveis ou solúveis até demais. O impotante é saber q o sábio sabia ou soube, quem sabe, talvez saberá d coisas q pessoas ignorantes d conhencimento ou, simplismente, mais burras juram crer ou pensam sem crer em nada e ñ saber d meras coisas tolas q até um tolo poderia saber, porém diz ñ saber por mera humildade ou..., tolice.

Vontade d rir eu tenho com tamanhs indulgencias e faltas q eu possa cometer ou apenas chorar pelas possibilidades q eu fiz faltar por possibilitar o meu ser a um limitie q é possivel quando ñ se acredita nas coisas q se poderia acreditar se assim acreditasse, indo impossibilitar esta limitação q tende a ser um "demônio" ao meu ser destruindo uma possivel alma q eu ou nós ou só vcs poderiam ter. Eu mecionei "vcs" se alma existisse, por, pra mim, a alma ser apenas contos d uma mitologia ou d várias mitologias q tendem a querer crer, apesar dos pesares, no espírito, já q eu ñ acredito em nada ou, talvez, acredite em tudo porém q nada eu pense em acreditar em alguma coisa.

Jogos d palavras e expressões é como o jogo da vida, nós, vós ou somente eu somos ou sou apenas piões ou marionetes daqueles q nos dizem e querem ser nossos superiores. Somos soldados em uma eterna, se eterno realmente existir, guerra q pode ser d qualquer tipo ou apenas d nenhum tipo d coisa. Ou sejamos apenas, quem sabe, seres imaginários e q nada disso é real, assim como nada do q escrevir deva ser levado em consideração ou endendido se o entendimento for d domínio público...!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A Seguir


Falar de coisas possiveis

Não é possível

Apenas pensar no impossível

Já impossibilita que certas coisa são possíveis


O difícil já fazemos

Viver e manter-se vivo

É algo tão melancólico

Tão altruísta, por se fazer pelo próximo


Apenas a si mesmo é q tem q buscar viver

O outro é apenas consequencia

Um efeito cuja causa a si teve mérito


O outro pode, somente, mostrar-lhe o caminho

Depende de vc seguir ou não

O futuro é incerto

Que só se mostra possibilitado pelas escolhas que nós fazemos.

A Solidão


Sozinho no escuro

Não me acho no fim do túnel

E, sim, no fim da vida

O sangue pinga no chão

Cortei meus pulsos

Acabei com minha realidade

Mortifiquei meu corpo

Estou sozinho num quarto vazio

Não tenho mais vida

Não tenho mais nada

Só me resta a solidão de meu ser

E a morte que está a caminho

Estou ficando fraco

Estou ficando paralisado

Incapaz de ter forças para lutar

Só a solidão me mostrou o caminho

E me apresentou à sua amiga

Que agora me bate na porta pedindo pra entrar

Eu abro e a cumprimento, reverenciando-a:

"- Olá, senhorita Morte!"