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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Aleatório


"Tudo que tem um começo, tem um fim". Mas que fim, se sempre há um recomeço? Sendo que todas as coisas que são naturais, assim como teve seu começo, também teve seu fim. Todas as coisas são iguais, metodologicamente indo de encontro com uma amnésia solidária e benéfica, por um ou vários pontos de vista a depender da posição que esteja o observador. Assim: é o conhecimento conhecido de quase todos ou, talvez, ninguém saiba daquilo que se possa dizer. Como assim pensamos em conhecer a realidade ou ter a noção de uma verdade absoluta, sendo que tudo é relativo, assim nos disse Einstein. A única "absolutividade" que há em todo o Universo, talves e somente talvez, só seja a velocidade que a luz possa chegar. Tendo o seu absoluto em 299 792 458 km/s (concinhamos, talves e mais uma vez, talvez seja melhor arrendondar para os conhecidos 300.000.000 km/s).

"Somos um só!" Quem foi que disse uma mer..., opa! uma barbaridade destas? É claro que isso é por valor do tal coletivo da coisa. Como encontrar uma palavra, outra e outra e outra e formar uma frase ou uma oração (ao velho estilo professora de português do colegial). Assim temos um coletivo. Um pensamento no meio de todos os outros pensamentos, mesmo sem fazer sentido para uma forma de ideologia. Um dia se viu o que era uma coisa e esta coisa era apenas um fato social (o q é isso? eu também não sei, só sei que faz parte do coletivo). Algo sem preconceito, mas "personaliticamente" sem mais pré-conceito. Faço do conceito uma prévia...

Mesmo assim, entre fato social e ação social, fico com ação social por ser algo mais partido do indivíduo para outro indivíduo. Isto, de individualidade da coisa coisificada pela ação social, dar-me um ar de egoísmo. Talvez, quem sabe, eu seja egoísta, só que sou meio patológico pra isso (e eu nem sei o que quer dizer patológico mesmo). Não há nada com o que discordar, nem para acordar para esta realidade superficial do qual vivemos.

Porém, não sei falar, só sei escrever e, mesmo assim não sou escritor. Mas (quantas vezes terei de discordar de mim mesmo com tantos "mas"?), tanto faz (não é referido ao que está no entre parenteses anterior, ma...,portando não tem nada a ver), porque a vida é apenas um produto "cozinhado", mexido e remexido por seres humanos. Estes seres arrogantes e mesquinhos que nós somos. Criamos e somos criaturas querendo se transformar em criadores e "matando" o tal criador que nós criamos (confuso, não?) e fizemos parecer que já existia antes de a gente criá-lo (pense na paranóia!). É claro que há algo subliminar nisso tudo, um dia se saberão o q estará nas entrelinhas ou em linha nenhuma. Talvez só fique na dúvida. Ou não exista sentido nas coisas.

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