
Num baile de máscaras
Não sei quem é você
Mas é como se a conhecesse
Estamos a dançar
Parece surreal
Póis o ambiente parece ter saído dos contos de fadas
É algo fantástico
Estamos em um salão de um castelo medieval
Você me olha
Com seu olhar de uma entidade celestial
E como que se despedindo
Você aproxima seu rosto do meu
Beija-me na boca e susurra em meu ouvido
Logo se afasta e some
Olho ao redor
Mas não vejo ninguém
Eu estou sozinho
O salão está vazio
Tudo está escuro
Quando lembro do que você me susurrou:
"Tudo que vivemos ou deixamos de viver
Nada mais é que um sonho!"
*Ao lembrar do que disse
Fechei meus olhos
E voltei a ouvir tua voz:
"Abra os olhos, meu querido!"
Olho pra ti
Vejo teu belo rosto
Vislumbro teu olhar celestial
Levanto e te trago em meus braços
Voltamos a dançar como no sonho
Encosto minha boca na tua
Nos beijamos e sorrimos
E assim te falo:
"Se o que vivemos é um sonho
Então você é meu sonho!"
*parte adcional, não vinculada aos escritos originais.
(Arthur Nunes)

Nenhum comentário:
Postar um comentário