
Estou aqui FREUDIANO¹ com alguém de quem não me recordo como algo que era em um passado que talvez fosse recente se não me ocorresse a falha mental de que todos temos ao mencionar o tempo. Exemplo: quando dizem - "parece que foi ontem..." - e o fato aconteceu há, mais ou menos, 509 anos e alguns meses (o ano que o Brasil supostamente foi descoberto).
Voltando ao começo..., nem sei por que falei "estou aqui", enquanto o certo seria "estive aqui", já que quando acabar de escrever não estarei mais aqui, isto é lógico. É até FREUD² estas questões que tem relação com algum tipo de tempo, seja em um português bizarro como o meu, ou seja no tempo de alguma outra coisa que leva o nome de exactas.
Estou em um daqueles dias FREUDISÍACOS³ que tendem a me seguir com mais frequencia, já que ando tendo algumas pendencias comigo mesmo. E sobre o alguém do começo, deixa pra lá, não tem importancia de falar de alguém que nem se conhece, eu mal me conheço imagine tu/vós ou ele/eles. Nem pus o nós, por não ser irrelevante já que disse que mal me conhecia. Agora é FREUD pensar que se (e somente se) alguém ler este texto incoerente, inregular (tá, sei que não tem o n depois do i, mas, tanto faz) e outras palavras com in poderá sentir-se ofendido (a) por pensar que aqui falo desta pessoa ou daquelas pessoas que nem sei quem são, mas só sei que existem e estão aí com atitudes, muitas vezes e quase sempre conspiratórias. Ultimamente está acontecendo algum tipo de conspiração, seja destas outras pessoas ou de mim mesmo para comigo. Então devo fazer um ps., ou coisa do tipo explicando que é mera coincidencia, mas nas notas de rodapé vou escrever sobre as palavras marcadas e, também, não devo nada a ninguém, quem quiser que pense coisa. Só digo ser paranóia de quem pensar o que pensar que estou pensando que vai pensar, mas talvez não pense em nada, porém se nada pensar, não sei o que esta pessoa é (um cabeça oca?).
Olhe que nem era isso o que ia falar e acabou sendo mais algo sobre alguém do que sobre alguma coisa, mas tudo bem. Faz parte de alguma coisa que faz parte de outra coisa que já existe e denominaram a coisa de fato social, só fico com a concepção de ação social já que sou irregular e não apresento nenhum padrão de comportamento. E quem sou eu pra poder comparar um com outro ou definir ambos? Nada, sinceramente.
O fato é que, realmente e devo admitir isso, Freud* explica!
Nota:
¹ algo relativo a prosa, a falar. Pode ser entendido como conversa muito boa ou muito insuportavel, a depender do contexto;
² algo meio parecido como afrodisíaco, mas entenda-se: pode representar extremos tanto pro bom ou pro mau. Agora, tanto a palavra na nota 1 como desta representam a mesma coisa, podem ser empregues como um ou outro no mesmo contexto. "a ordem dos fatores não altera o resultado".
³ aqui pode ser entendido como algo que também está entre os termos, mas não pode ser substituido como nas notas anteriores, assim expostos. Fica assim relacionado: "merda = freud"; "massa/legal = freud".
* Sigmund Freud (1856 - 1939): médico neurologista judeu-austríaco, fundador da psicanálise.

Um comentário:
O que vc quis dizer com tudo isso ns verdade ? Escreveu,escreveu...e nada ficou claro.Um texto escrito de vc pra vc mesmo...Típico do senhor!
Postar um comentário