Constando, para aqueles, se há alguém além de mim, que lerem de alguma forma esta minha narrativa, só para constar, não sou escritor e estou pouco ligando se há muitos erros coloquiais, de pontuação ou...! Na gramática o que salva é esta correção ortográfica. Esta é uma narrativa, não manuscrita (tenho a tecnologia ao meu dispor ainda mais que energia teoricamente infinita (bateria solar) então não teria cabimento escrever na mão), mas por um apetrecho eletrônico. Este só foi algum pormenor que resolvi colocar só pra ficar mais ou menos claro de que não vou ficar encucado de escrever certo ou de forma formal (não era a minha intenção este trocadilho).
Certo! Quem me ler é claro que vai está interessado em como me tornei "eu sou a lenda" e me vendo, vendo não, lendo esta enrolação inicial aí poderá perder o interesse, mas muitas vezes um livro mostra-se chato de começo, tornando-se, até, viciante do meio ao fim. Disse viciante porque o leitor fica tão vidrado na narrativa do herói com o seu mundo fantástico que perde a noção da realidade. E são estórias inesquecíveis que se tornam clássicas.
Fato é que começando algo de modo aleatório fica meio difícil encontrar um caminho a seguir e se perder no próprio emaranhado dos acontecimentos. Assim como alguém que começa abordando sobre política e termina em uma luta entre o bem e o mal com uma filosofia abordada que não tem nada a ver. O meu caro leitor se pergunta neste exato momento: "do que este pobre coitado está falando?" Aí para de ler neste exato ponto (no ponto de interrogação, para ser exato) e perde um fantástico relato de superação, de sobrevivência, de amores possíveis (e, agora, impossíveis) e, talvez, de criaturas além da imaginação. Porém, não irei forçar ninguém, nem alguém a mim ler. Fiquem a vontade!

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