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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Monólogo

Hipoteticamente seria assim a conversa com a minha "bem-querer".




Não sei o que dizer, só sei do que não gosto e sei o que eu quero. Eu quero você! Isso importa?

- Não sei. Diz você! Importa?

Agora você me pegou. Continuo sem saber o que falar e ainda mais agora, fiquei constrangido. Mas você importa para mim, para a minha vida. Eu sei que nos conhecemos bem a pouco tempo, só que antes de trocarmos algumas palavras eu já a observava de longe...

- Agora você me deixou nervosa. Quer dizer que anda me seguindo?

... não é bem assim. Desculpe do modo que lhe falei, não sou muito bom com as palavras e nem em "estratégias" para abordar alguém. Se estou aqui tendo esta conversa contigo, é porque eu quero que tu saiba o que sinto por ti e que eu faria tudo para lhe agradar.

- Então, meu caro, pode ir embora. Você já disse o que tinha que dizer, eu já ouvir, então é hora de você ir procurar tua turma, pois não estou interessado em você!

Tá bom! Pelo menos eu consegui falar o que sinto por ti. Apesar de está triste com esta negação, estou meio aliviado, já que esta aflição estava me deixando louco. Não se preocupe... Por que está rindo?

- Estou rindo desta tua cara de tristeza e desânimo quando te dei o fora. Eu não quero que vá embora, só estava brincando. Mas você leva muito as coisas a sério demais. Relaxe um pouco!

Interessante, todo o mundo me pede para relaxar. Mas, fiquei feliz agora. Estava nervoso só em falar contigo.

- Deu para perceber. Eu gostei de você ter me falado isso! Agora só falta me chamar para sair...!

Ah, desculpe! A senhorita gostaria de sair comigo?

- Isso depende. Aonde você pretende me levar e o que pretende fazer?

Eu gostaria de te levar a uma passeio perto da praia, tomarmos um sorvete e vermos o Pôr do Sol. Você aceitaria de ir comigo neste passeio?

- Assim, deste modo como me convidou, é claro que eu aceito.

Obrigado!





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